sexta-feira, 12 de novembro de 2010

RÁDIALISTA PAULO BRANCO


Quem é Paulo Branco

Paulo Branco, cujo nome de batismo é Lauro de Oliveira, nasceu em 16 de Setembro de 1931, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul.

Adotou o pseudônimo de Paulo Branco em homenagem a seu pai (Paulo) e sua mãe (Branco).

Paulo Branco iniciou sua carreira de radialista realizando o primeiro teste na Rádio Cultura de Erechim, no Rio Grande do Sul, após prestar serviço militar, tendo trabalhado em várias emissoras do interior preparando-se para enfrentar mais um teste, desta vez em Porto Alegre. Na capital, atuou nas rádios Gaúcha, Continental, Itaí e Farroupilha.

Em 1964, resolvendo tentar a vida em outras bandas, veio para Curitiba onde chegou às 06 horas da manhã do dia sete de abril e às dezoito horas já estava contratado pela Rádio Independência como redator e noticiarista, mais tarde vindo a ser apresentador.

Paulo Brando também atuou em outras emissoras da capital do Estado, dentre elas Guairacá, Curitibana, Emissora Paranaense, Cidade, Iguaçu e Educativa.

Mais tarde, em 1986, passou a desempenhar funções na Secretaria de Comunicação recém criada no Estado do Paraná, onde permaneceu por mais de vinte anos. Na qualidade de funcionário Estatutário fundou e coordenou por muitos anos o Setor de Radiodifusão, onde formou grandes redes de radio do Interior todo para transmissão de programas dos governadores Álvaro Dias, Roberto Requião e Mario Pereira. Aposentado, ainda trabalhou no mesmo por mais cinco anos no governo de Jaime Lerner.

Agora Paulo Branco faz gravações e narrações para estúdio e mantém o blog "Paulo Branco Radialista"

Paulo Branco (Radialista) - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Lauro de Oliveira (Paulo Branco), nascido em 16 de setembro de 1931 em Passo Fundo(RS), tem o sobrenome Branco no seu pseudônimo em homenagem a sua mãe, e o Paulo oriundo do seu pai. Entrou para as lides radiofônicas na Rádio Cultura de Erechim(RS), após prestar serviço militar. Foi lá pelos idos de 1952, que iniciou carreira de radialista, sendo noticiarista ou um ledor de noticiários, de grandes jornais falados como se dizia na época, e das edições de hora em hora. Ao passar do tempo, foi também apresentador de programas, redator e repórter. De lá para cá atuou em várias emissorasRio Grande do Sul. Chegou às grandes emissoras de Porto Alegre(RS), integrando equipes das Rádios Continental, Itaí,Farroupilha e Gaúcha, sempre como repórter, locutor e redator de notícias. Em 1964 resolveu tentar a vida em outras bandas e parou em Curitiba(PR), onde chegou às 06 horas da manhã e já pela tarde estava contratado pela Rádio Independência. Várias passagens e histórias aconteceram pelas diversas emissoras por onde atuou, ,como as Rádios Guairacá, Iguaçu, Curitibana, Cultura, Atalaia, Cidade, Colombo, Paraná e Educativa. Passou ainda por Rádios nas regiões oeste e sudoeste do Paraná, além da andança pela Secretaria de Comunicação do Paraná, onde teve o privilégio de prestar serviços para 4 governadores. Na Secretaria de governo, foi contratado CLT e mais tarde, passou a Servidor Estatutário como Agente Profissional-Comunicador Social, permanecendo assim por mais de vinte anos, aposentando como servidor publico. Na década de 70, em funções paralelas ao Rádio, foi Diretor Social do Coritiba Football Club, Presidente do Sindicato dos Radialistas do Paraná, membro da Federação Nacional dos Radialistas e da CONTECOP (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comunicações e Publicidade), onde conheceu e fez grandes amizades. Uma das grandes amizades foi com o Wasyl Stuparik (Basílio Junior), uma das primeiras pessoas com quem fez amizade quando chegou na capital paranaense, na década de 60. Fizeram dupla em programas de Rádios, com o Basílio pintando e bordando na técnica de som, e Paulo Branco dando suas "raquetadas" na apresentação. Iniciaram na Rádio Independência, no programa "Paraná Bom Dia", das 05 às 08 da manhã, primeiro lugar de audiência. Isto, a julgar pelas cartas que receberam, festas para as quais eram convidados, almoços e coqueteis. Antes pela mesma Independência, Paulo Branco apresentava de hora em hora, um grande noticiário conhecido como "Jornal Falado", devido duração e conteúdo maiores, em dupla com Adelson Alves. Também, conheceu os integrantes da famosa Equipe Independência, entre eles, Irineu Silva, Jota Pedro (não confundir com o JP), Camilo Jorge e Ivan Cury, entre outros nomes, todos sob a direção do Jair de Brito. Ainda, os excelentes apresentadores como Wilian Sade, Tonio Luna, Hamilton Correia, Paulo Cesar, Contin Mendes e Gilberto Fontoura. Outro programa que o Paulo Branco destaca sempre, foi o "Manhã Curitibana" da 06 às 08hs, depois vinha o Nhô Jeca até as 10hs, então entrava o Nassar, vozeirão, inteligente, sabia fazer as coisas, tanto que tem gente até hoje tentando imitá-lo. Nesta altura dos acontecimentos, o PB apresentava o seu programa, fazia os comerciais no programa do Nassar e de tarde apresentava notícias de hora em hora na Emissora Paranaense, que era do Nagibe Chede, pioneiro da TV no Paraná. Paulo Branco gostava muito também, da madrugada na Guairacá, com o "A Noite é da Elite". Foi uma grande experiência, porque ao invés de conversar com trabalhadores que acordavam cedo para ir trabalhar, foi fazer programa para notívagos, boêmios, motoristas de táxi, pessoal dos bares e por aí vai. Tinha madrugada, que terminava o programa com o estúdio cheio de visitantes, homens, mulheres, muita comida e bebida. Vez por outra surgia um cantor, cantora, instrumentista que estava fazendo show na cidade, e que Paulo Branco anunciava e entrevistava com toda a pompa. Paulo Branco dizia: -"Fiquei sozinho e tomei conta da madrugada curitibana, modéstia a parte. Boêmio eu, só um pouquinho e depois das quatro da manhã, naturalmente.". Outros grandes sucessos foram os programas "Troca Tudo", e "Grande Maratona da Cidade". Paulo Branco dizia que sempre "colocava o coração no bico da chuteira", como dizia o nosso saudoso e querido Lombardi Junior. Lembra ainda, o "O Paraná canta nas manhãs curitibanas", onde destacava compositores, cantores de músicas populares e outros de "alto coturno", como Bento Mossurunga que compôs o Hino do Paraná, e assim por diante. Criou também, bastante ousado para a época, o programa "Os que fazem Rádio no Paraná", que era peculiar. PB, como também era chamado, recebia convidados de outras emissoras, que eram instados a fazer o que não faziam em seus programas. Ou seja, comentar futebol, ou declamar uma poesia e tudo aquilo que não eram acostumados. Lançou o programa "Achados e Perdidos", muitos anos antes dos correios. Passou a idéia adiante, sendo que o radialista Donato RamosRádio Cidade. Todos tinham até campanha na televisão, e o horário que o Paulo Branco iria comandar era das 17 às 19 horas , com o programa " Cidade Agora". O projeto era não tocar música neste horário, somente entrevistas com políticos, artistasempreendedores, professores, líderes sociais de todos os níveis. Na produção, estavam Cláudia Paciornick e Débora Ianklevitc. Foi um grande exercício profissional, lembra Paulo Branco. Suar a camisa, era o lema que Paulo Branco gostava de levar aos profissionais das equipes que atuou. Não só cumprir horário, ir para casa e a Rádio que se dane. Deveriam estar sempre bolando algo para melhorar a qualidade do programa que apresentavam, e muitas vezes, uma idéia vinha à cabeça. Paulo BrancoÉ como escrever uma poesia, a inspiração simplesmente chega. A dica: anote sempre, porque assim como vem, vai, dá um branco e "cadê que a gente lembra". Se não serve para teu programa, por causa da linha de trabalho que você traçou, passe para um colega. Pode ser que para o programa dele encaixe, e talvez, seja excelente.". do interior do chegou a pôr em prática por algum tempo. A idéia era ter um número de telefone exclusivo, para o programa receber comunicações de achados e perdidos, localizar o interessado e fazer a entrega em seu endereço. Outra grande lembrança, foi quando contratato pela de todas as matizes, citava: -" Paulo Branco segue esse lema até os dias atuais, agora é blogueiro, onde continua fazendo o que sempre gostou: notícias, comentários, reportagens, entrevistas e narrações. Tem auxiliado o meio acadêmico da capital paranaense, participando de debates, entrevistas e trabalhos para conclusão de curso na área de jornalismo. Recentemente, no ano de 2009, deixou para a história do Rádio Paranaense, sua imagem e som para o Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS), onde todo o material é de domínio público e disponível para consultas. Agora, deixa sua marca também no "Memória do Paraná - Entrevistas - Personalidades - Rádio", um projeto de Luiz Renato Ribas do CINEVIDEO1 ( [http://www.cinevideo1.com.br/personalidades.php/ ).

FONTE : http://www.paulobranco.com/p/quem-e-paulo-branco.html

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