segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Exposição sobre a revista O Cruzeiro resgata origens do fotojornalismo no Brasil


Em uma época em que o casamento interétnico com índios era proibido, a união entre a índia Diacuí e o sertanista Ayres da Cunha tornou-se a novela da vida real da década de 50. A população indígena, no período, era considerada dependente do Estado e, por isso, impedida de se casar com pessoas de fora das aldeias. O enredo, que teve final trágico com a morte de Diacuí durante o parto, foi acompanhado vigorosamente durante um ano pela revista O Cruzeiro.
“Os Diários Associados patrocinaram o casamento. E a revista vai acompanhar os preparativos, ela [Diacuí] sendo preparada no salão de beleza, o casamento, a lua de mel, o retorno para a aldeia”, disse a curadora da exposição As Origens do Fotojornalismo no Brasil: Um Olhar sobre O Cruzeiro (1940-1960), Helouise Costa. A mostra, que começa nesta sexta-feira (23) na capital paulista, vai reunir mais de 200 imagens da história de uma de publicação que foi precursora do fotojornalismo no país.
Durante a fase de maior difusão social da publicação, entre 1940 e 1950, o colecionismo era estimulado a partir das série de reportagens, contos e novelas lançados. Um dos assuntos abordados foi a questão do índio, por significar um empecilho para a expansão territorial do interior do Brasil. “A temática indígena estava muito em voga no período e a revista percebe o assunto como atrativo para o público, porque, até então, eram só os antropólogos e etnólogos que tinham acesso às imagens de índios”, explica a curadora.
Assim, nomes de fotógrafos como Henri Ballot e José Medeiros começaram a se destacar. “Eles [fotógrafos] vão para as aldeias e fazem fotos absolutamente espetaculares”, conta Helouise.
Junto com a inauguração do Museu de Arte de São Paulo (Masp), outro fotógrafo de O Cruzeiro, Peter Scheier, que fazia a cobertura das exposições no museu, teve importante papel na composição de um acervo sobre o local. “Através dessa documentação dá para a gente entender um pouco melhor as atividades desses museus modernos no Brasil”, disse.
Além do estudo aprofundado sobre os profissionais da fotografia já muito explorados, a mostra buscou trazer abordagens inéditas, como no caso de Luciano Carneiro. Ele trabalhou na revista como correspondente estrangeiro. Morreu em um acidente de avião aos 33 anos. “Ele teve um papel muito importante, embora ainda hoje desconhecido: ele foi correspondente na Guerra da Coréia”, disse.
A exposição será de 23 de novembro a 31 de março de 2013, no Instituo Moreira Salles, Rua Piauí, número 844, São Paulo. O horário de visitação é das 13h às 19h, de terça a sexta, e das 13h às 18h aos sábados, domingos e feriados. A mostra tem entrada gratuita e classificação etária livre. 
 Agência Brasil

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Nossa Rádio FM estreia programa esportivo na próxima semana

Rogério Voltan e Anderson Cheni comandam novo programa esportivo -Crédito:Divulgação

Segunda-feira (12/11), a Nossa Rádio FM – 106,9 Mhz - estreia o programa esportivo “Arquibancada”. A atração será apresentada por Anderson Cheni e Rogério Voltan, dupla que há três anos comanda o "RIT Esportes", programa da RIT TV. 
“Futebol, humor e opinião” é o slogan do programa que promete falar do esporte com muita descontração. Além disso, a atração contará com a opinião de ouvintes pelo telefone e pelas redes sociais. Personalidades do esporte também participarão do “Arquibancada”.

O programa estreiou  segunda (12/11) e será transmitido de segunda à sexta, das 13h às 13h30.

Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/54842/nossa+radio+fm+estreia+programa+esportivo+na+proxima+semana

Rússia inaugura rádio com transmissão em inglês


Na última segunda-feira (12/11), começou a funcionar a primeira rádio russa com programação 24 horas em inglês, informou o Diário da Rússia. A Moscow FM, que faz parte da rede Moscow Media, transmitirá músicas internacionais na maior parte do tempo, tendo o resto de sua programação composta por entrevistas, notícias e conteúdos provenientes do canal de TV estatal "Russia Today".

De acordo com o prefeito da cidade, Sergei Sobyanin, a ideia surgiu com a intenção de abrir as portas da metrópole para o mundo tudo. Ele inclusive sugeriu que moradores e visitantes acompanhem as transmissões da rádio.

De acordo com Maria Mikhailova, diretora da emissora, o desejo de todos é que a rádio Moscow FM se torne popular entre turistas estrangeiros, mas também entre russos que estejam interessados em aprender inglês. 

Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/internacional/54907/russia+inaugura+radio+com+transmissao+em+ingles

Rádios AM vão migrar para FM para por fim em interferências e ruídos

O consultor e ex-presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo (AESP), Oscar Piconez, anunciou que as rádios AM brasileiras vão migrar para uma nova faixa FM, informou a Rádio Fandango, na última terça-feira (13/11). A medida tem como objetivo acabar com ruídos e interferências na recepção do sinal. 

“Quando a pessoa liga uma batedeira de bolo, secador de cabelo ou qualquer eletrodoméstico interfere no som da AM, enquanto no FM isso não ocorre”, disse Piconez ao participar do Seminário Mato-grossense de Rádio, em Cuiabá (MT).

O ex-presidente da AESP afirmou que o governo do Brasil aceitou a proposta, já que o processo de digitalização das AM que seria caro e sem a mesma garantia de qualidade.

Segundo ele, a migração se daria para uma faixa FM de 70 a 87 MHz – atualmente, as FM usam a faixa de 88 a 104 MHz. Ele acredita que a mudança vai equilibrar as disputas por verba publicitária. 

Fonte:http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/54938/radios+am+vao+migrar+para+fm+para+por+fim+em+interferencias+e+ruidos 

Sindicato dos Jornalistas, UNIC Rio e parceiros premiam melhores reportagens sobre população negra

Vencedores do Prêmio Jornalista Abdias Nascimento( Foto:Felipe Siston/UNIC RIO )

A noite da última segunda-feira (12/11), no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, exaltou o jornalismo que destaca as lutas dos negros brasileiros e o combate ao preconceito. A segunda edição do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento consagrou oito trabalhos, de diferentes estados do País, entre 170 inscritos.
Na categoria televisão, a vencedora foi Luciana Barreto. Junto com sua equipe, a jornalista realizou a matéria Caminhos da Reportagem: Negros no Brasil – Brilho e Invisibilidade, veiculada na TV Brasil. ”Quando a gente compilou os números (para a matéria), percebemos que a realidade era muito dura. Tivemos que pensar em como não fazer as pessoas chorarem em casa”, conta Luciana.
Na mesma categoria, Miriam Leitão e Claudio Renato receberam menção honrosa pelo trabalho A arqueologia da escravidão- Cemitério dos Pretos Novos e Cais do Valongo, da GloboNews. “Foi um reportagem emocionante de fazer. Chamei historiadores negros, jovens, que pudessem contar a chegada dos negros pelo Valongo”, lembra Miriam. “Todos os trabalhos que estão na disputa são muito bons”, completa.
Na Mídia Impressa, os vencedores foram Antônio Gois e Alessandra Duarte, com a matéria Desigualdade em trabalhos iguais, de O Globo. O texto revela as diferenças salariais no mercado de trabalho em função da cor da pele a partir de dados do IBGE. “Negros ganham menos do que brancos e mulheres ganham menos do que homens, inclusive no jornalismo”, atesta Gois, expondo o reflexo do preconceito que foi retratado em números na reportagem.
A noite de entrega dos prêmios reservou uma surpresa para o professor e jornalista Muniz Sodré. Ele recebeu uma placa do Prêmio Abdias por sua contribuição no combate ao racismo e em prol da diversidade cultural. “Abdias Nascimento se arriscou para garantir o protagonismo do negro na sociedade brasileira,  foi a palavra da libertação e da afirmação do negro na sociedade brasileira”, afirma Sodré.
O evento foi finalizado com a participação do também jornalista Heraldo Pereira, que falou da longa caminhada contra o preconceito. O show de encerramento foi estrelado por Tia Surica com participação especial da cantora Mariene de Castro.
O Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento é uma iniciativa da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ) e conta com o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).
Confira a lista dos vencedores da segunda edição do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento:

Mídia Impressa

Antonio Gois e Alessandra Duarte, Desigualdade em trabalhos iguais, O Globo – RJ

Televisão

Luciana Barreto e equipe, Caminhos da Reportagem: Negros no Brasil – Brilho e Invisibilidade, TV Brasil – RJ

Menção honrosa

Míriam Leitão e Claudio Renato, A arqueologia da escravidão – Cemitérios dos Pretos Novos e Cais do Valongo, Globo News – RJ

Rádio

Nestor Tipa Junior, Quilombos urbanos, Rádio Gaúcha – RS

Especial de Gênero

Ed Wanderley, Negra é minha cor, Diário de Pernambuco – PE

Internet

Priscila Borges, UNB já formou mais de 1 mil universitários pelas cotas, Portal iG – DF

Mídia Alternativa ou Comunitária

Tatiana Félix, Karol Assumção, Natasha Pitts e Rogeria Araujo, Série Negros no Ceará: Redenção?, Agência Adital – CE

Fotografia

Nilton Fukuda, Excluídos pelo Crack, O Estado de São Paulo – SP  
ONU Brasil

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Parceria entre "Estadão" e ESPN no rádio chega ao fim em dezembro

A parceria entre o Grupo Estado e a ESPN que deu origem à Rádio Estadão ESPN chegará ao fim no dia 31 de dezembro deste ano. Conforme apurado por IMPRENSA, o grupo de mídia ficará com a rádio e dará foco em notícias. 

Há dois dias, João Palomino, diretor de jornalismo da ESPN Brasil, convocou uma reunião para informar à equipe sobre o fim da parceria. Segundo apuração de IMPRENSA, a decisão de acabar com o projeto da rádio Estadão/ESPN partiu do Grupo Estado, que vive um processo de contenção financeira.

A ESPN já busca outro parceiro na frequência FM. No entanto, o grande entrave da emissora seria encontrar uma proposta financeira que se igualasse à que tinha com o Estadão, que pagava ao canal cerca de R$ 2 milhões pelo conteúdo esportivo. Caso não seja possível encontrar um parceiro no dial, a empresa estuda criar uma webrádio.
IMPRENSA entrou em contato com a ESPN e o Grupo Estado e aguarda retorno das duas empresas de comunicação.  




Na despedida ao "JT", "Estadão" diz que jornal abriu novos caminhos para imprensa

Nesta quarta-feira (31/10), o Jornal da Tarde, do Grupo Estado, circula em sua última edição. De acordo com O Estado de S. Paulo, a publicação "sai de cena hoje para entrar para a história do jornalismo brasileiro na muito rarefeita categoria das utopias realizadas." O portal do Estadão afirma que o JT contou com a capacidade "de uma geração que fez história no jornalismo brasileiro de executar esse desafio com o mais alto grau de talento e qualidade." "O mais importante insumo da revolução estética, de comunicação e jornalística que foi o Jornal da Tarde foi o tempo de processamento, luxo que pouquíssimos jornalistas da presente geração alguma vez puderam desfrutar no exercício da profissão", continua o texto. Desenhado para chegar às bancas no início da tarde, o JT, na primeira metade de sua vida, explica o portal, funcionava "na velocidade das ideias" e concentrava-se no "necessário vagar no tratamento dos fatos, na avaliação do seu significado e na sua apresentação em imagens e palavras nunca antes tão cuidadosa e competentemente trabalhadas na história da imprensa brasileira." A publicação finaliza afirmando que o JT fez parte "desta obra ao abrir novos caminhos". "Cabe-nos continuar a percorrê-los."

Fonte:http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/54622/na+despedida+ao+jt+estadao+diz+que+jornal+abriu+novos+caminhos+para+imprensa
Em sua última edição, jornal agradeceu a cidade/Crédito:Reprodução

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Plantão exclusivo: 89 FM encerra suas operações em São Paulo

São Paulo – Emissora deixará o dial e pega mercado de surpresa com decisão
Notícia urgente: 89 FM 89.1 encerra suas operações em São Paulo a partir de novembro. A emissora que hoje é vice-líder de audiência do segmento jovem/pop e desde 2006 aparece com frequência entre as dez rádios mais sintonizadas da capital paulista (mercado que conta com mais de 30 estações em FM), encerra suas operações para a estréia de uma programação religiosa/evangélica no canal 89.1 FM. Funcionários da estação já estão sendo notificados sobre a decisão e a saída da 89 FM do dial encerra o ciclo de uma das principais estações de rádio do país, marca que também é considerada uma das mais fortes e lembradas entre a audiência e o mercado de rádio. A informação da saída da 89 FM pega o mercado de surpresa, não só pela marca ser tradicional em São Paulo, mas também pelos resultados recentes obtidos pelo atual projeto artístico da emissora. A confirmação sobre o fim da estação ocorre no período que a 89 FM mantém uma tendência de oscilação positiva nas pesquisas de audiência, além de manter seu projeto continuar na vice-liderança do segmento jovem/pop (e a décima colocação geral de audiência em São Paulo e região metropolitana, segundo pesquisas do Instituto Ibope). A 89 FM tem hoje cerca de 100 mil ouvintes por minuto na medição 06h-19h (segunda a sexta). Por enquanto não há informações oficiais sobre a programação que assumirá a frequência que tradicionalmente abriga a marca 89 FM. Há informações não-oficiais de integrantes ligados à Rede do Bem FM (que atualmente opera em 97.3 FM da Grande São Paulo, além das rádios 105.5 FM e 106.1 FM da Grande Campinas) indicando que seja esse o projeto que assumirá o canal da 89 FM. A Alpha FM 101.7, emissora líder no segmento adulto-contemporâneo e controlada pelo mesmo grupo que mantém a 89 FM, seguirá com suas operações sem alterações em São Paulo. Trajetória da 89 FM O nome “89 FM” surgiu pela primeira vez no ano de 1985, com a estréia da primeira etapa do projeto “89 A Rádio Rock”, substituindo a “Pool FM” (voltada aos gêneros musicais disco music e funk). Foram 20 anos de trabalhos como “89 A Rádio Rock”, projeto que revelou alguns nomes famosos do rádio e da televisão brasileira, além de possuir uma participação considerável no mercado de São Paulo (em audiência, faturamento e impacto de marca). A 89 chegou a controlar uma rede nacional em FM, com parceiras no Rio de Janeiro (a extinta Cidade FM), Fortaleza, Santos, Vitória e Goiânia. A 89 FM também contou com emissoras próprias em Sorocaba e Campinas (as duas foram tercerizadas nos últimos anos, sendo a 103.9 FM de Sorocaba para a evangélica Deus é Amor e a 89.3 FM de Campinas para o Grupo Bandeirantes de Comunicação, originando a Nativa FM 89.3). Desde 2006 (quando passou a ser dirigida artisticamente por Wagner Rocha, o “Waguinho”) o projeto da rádio foi reformulado, surgindo a atual 89 FM. Com a mudança a emissora voltou a brigar pelas primeiras colocações de audiência, especialmente no segmento jovem/pop. A maior oscilação na audiência ocorreu quando a 89.1 assumiu a parceria com a Nestlé (através da Faz 89 FM, customização que foi do primeiro semestre de 2011 até 2012), devido a inclusão de um novo nome na marca. No final de 2011 a emissora já havia retornado a vice-liderança no segmento jovem/pop de São Paulo, posição mantida pela 89.1 até a pesquisa atual. Em breve mais informações sobre a 89 FM e o mercado de São Paulo Fonte: http://tudoradio.com/noticias/ver/8025-plantao-exclusivo-89-fm-encerra-suas-operacoes-em-sao-paulo

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Abert comemora 90 anos do Rádio no Brasil

Campanha da Globo FM destaca a importânica do rádio

Campanha pelo rádio
FOTO: Divulgaçã

Grandes nomes da música popular brasileira como Zeca Baleiro, Paulo Miklos, Marcela Bellas, Frejat, Thathi, Thiago (Maglore), Vanessa da Mata, Jajá (Vivendo do Ócio), Jorge Vercillo, Marcia Castro, Daniela Mercury, Pitty, Seu Jorge e Tulipa Ruiz gravaram depoimentos para a nova campanha institucional da Globo FM (90,1). A ação visa mostrar ao público os sentimentos e experiências dos artistas com relação à música e o rádio. 
 
No vídeo de divulgação, os artistas falam de maneira descontraída sobre a sua paixão pela música, a sensação e emoção de ouvirem as suas canções tocarem nas rádios pela primeira vez. Eles também relatam sobre a relevância do veículo na divulgação das suas músicas, como também o valor do rádio.  

AdNews

Rádio web-mobile tem programação de acordo com preferências do usuário

Usuário pode avaliar músicas
FOTO: Divulgação

A Melody Box – rede social para quem faz e ouve música – acabar de lançar a SOMM, uma plataforma web-mobile que executa música via streaming de graça e a programação se adapta às preferências do ouvinte. 
 
Funciona mais ou menos assim: quando o usuário escuta a rádio no celular, tablets ou computador e toca uma música que não gosta ou não quer ouvir, ele pode “pular” ou avaliar a faixa negativamente. Dessa maneira, o sistema continua com sua programação e toca outra música no lugar. Quanto mais avaliações, mais o aplicativo tocará as preferências do ouvinte. 
 
Inédita no Brasil,a  proposta oferece um novo caminho de publicidade para marcas que objetivam filtrar com precisão o tipo do usuário que precisam atingir. 
 
Além de segmentar o público por diversos gêneros e especialmente por estilo musical, o anúncio marca presença de uma forma interativa, já que a música tem o poder de fazer uma associação positiva à marca. Sendo assim, o anúncio só aparece para quem almeja a marca e quando o ouvinte estiver conectado, diferente da rádio normal que não permite este controle. 
 
O acervo musical é formado por música internacional mainstream, música do mundo independente vindo do casting de artistas cadastrados na Melody Box seguido pela opinião dos fãs da rede e música brasileira mainstream. 
 
A rádio também está disponível para aparelhos celulares e tablets com sistemas iOS e Android 

Adnews

Programa especial comemora 90 anos da rádio brasileira

90 anos da rádio brasileira
FOTO: Divulgação

Nesta sexta-feira, 7, além do feriado da Independência do Brasil, também é comemorado o aniversário de 90 anos da rádio no Brasil.
 
Para não deixar a data passar em branco, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), responsável pela gestão da Agência Brasil, TV Brasil e outros meios, vai transmitir às 12h30 um programa especial multiplataforma (web, TV e rádio) sobre os 90 anos do meio de comunicação.
 
Entre os assuntos que serão debatidos no programa estão as condições técnicas do rádio ao longo destes anos, seus desdobramentos, contigências políticas e grandes incentivadores do veículo, como Roquette-Pinto, fundador da primeira emissora no país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (atual Rádio MEC).
 
A primeira transmissão radiofônica foi feita em 7 de setembro de 1922, em comemoração ao centenário da Independência. O discurso do então presidente Epitácio Pessoa foi transmitido por alto-falantes durante uma feira internacional no Rio de Janeiro.
 
 Adnews

Primeira transmissão de rádio no Brasil completa 90 anos


Há 90 anos, o dia 7 de setembro de 1922 marcou a primeira transmissão de rádio no país que ocorreu simultaneamente à exposição internacional em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa.
A primeira transmissão radiofônica será revivida hoje em um programa especial das rádios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – Rádio Nacional e Rádio MEC - e da TV Brasil. Transmitido a partir do Parque do Flamengo, na zona sul do Rio, o programa de 52 minutos, começará às 12h30, vai recontar o momento histórico, com direito a números musicais e a dramatização dos principais personagens do evento. Caberá ao veterano rádioator Gerdal dos Santos, integrante da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, interpretar, devidamente caracterizado, o presidente Epitácio Pessoa.
O então discurso do presidente, em meio ao clima festivo do evento, abriu a programação da exposição, tornada possível por meio de um transmissor de 500 watts, fornecido pela empresa norte-americana Westinghouse e instalado no alto do Corcovado. Apenas 80 receptores espalhados na capital e nas cidades fluminenses de Niterói e Petrópolis acompanharam a transmissão experimental, que teve ainda música clássica - incluindo a ópera O Guarani, de Carlos Gomes - durante toda a abertura da exposição.
À frente da iniciativa estava o cientista e educador, Edgar Roquette Pinto, considerado o pai da radiodifusão brasileira. “Segundo o depoimento do próprio Roquette, praticamente ninguém ouviu nada da transmissão, porque o barulho da exposição era muito grande”, conta o historiador, Milton Teixeira. “Os alto-falantes eram relativamente fracos, mas mesmo assim causou uma certa sensação a transmissão do discurso do presidente Epitácio Pessoa e das primeiras músicas”, diz.
A transmissão ocorreu no momento em que as autoridades da época investiram em obras e recursos financeiros para a exposição comemorativa ao centenário da independência, montada no centro do Rio antes ocupada pelo Morro do Castelo. No mesmo período, a insatisfação dos militares e da nascente classe média com as oligarquias que dominavam a chamada República Velha resultou na revolta dos tenentes que serviam no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 5 de julho. Meses antes, em 25 de março, era fundado o Partido Comunista Brasileiro, em Niterói. Em São Paulo, um evento realizado no mês de fevereiro influenciaria de forma definitiva o contexto cultural do país: a Semana de Arte Moderna.
De acordo com Milton Teixeira, a elite de cafeicultores que comandava o país soube tirar proveito político do centenário. “Era uma democracia só de fachada e direitos sociais eram coisa que ninguém imaginava ainda existir. O país estava numa crise danada, mas precisava afirmar a nacionalidade”, conta.
Especialista na história da cidade do Rio, ele lembra que para fazer a exposição foi destruído naquele mesmo ano um marco do passado carioca, o Morro do Castelo, primeiro núcleo urbano. “Ao mesmo tempo era criado nesse ano o Museu Histórico Nacional (MHN), primeira instituição dedicada à preservação do patrimônio histórico do país e cuja direção foi entregue ao historiador Gustavo Barroso.”
Alguns dos pavilhões de países, estados e instituições erguidos na esplanada do Castelo eram de construção sólida, mas outros, de madeira e gesso, foram feitos para durar apenas o tempo da exposição. Apenas três sobrevivem até os dias de hoje: o da França (atual sede da Academia Brasileira de Letras - ABL), o do Distrito Federal (atual Museu da Imagem do Som) e o da Estatística, ocupado pelo Centro Cultural do Ministério da Saúde. “O pavilhão da Inglaterra foi demolido nos anos 70, depois de abrigar por décadas o Museu da Caça e Pesca, o mesmo acontecendo com o que sediou por décadas o Ministério da Agricultura”, conta Teixeira.
Apesar da transmissão durante a celebração do centenário da Independência, o início efetivo e regular das transmissões do rádio ocorreu somente no ano seguinte, mais uma vez graças ao esforço de Roquette Pinto. Ele tentou em vão convencer o governo a comprar os equipamentos da Westinghouse, que permitiram a transmissão experimental. A aquisição foi feita pela Academia Brasileira de Ciências, e assim entrou no ar, em 20 de abril de 1923, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
A emissora pioneira é a atual Rádio MEC, que foi doada pelo próprio Roquette Pinto ao Ministério da Educação em 1936. Nesse ano, também foi fundada, a princípio como emissora privada, a Rádio Nacional, que seria incorporada ao patrimônio da União na década de 40.
Para Sonia Virginia Moreira, professora de comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e autora de livros sobre a história do rádio, a década de 20 foi o chamado período experimental do veículo. “Era experimental em termos de programação, sobre o que se podia fazer no rádio, mas muito interessante em termos de organização do meio. Como não havia nenhuma história, nenhuma memória do meio, o que se fez num primeiro momento foi organizar as pessoas ou as pessoas se organizarem”, destaca.
“O resultado foi a constituição de grupos e associações que se reuniam em torno do rádio”, acrescentou. Esses grupos e associações eram formados por pessoas que emprestavam discos para as emissoras. “As rádios ficavam poucas horas no ar, porque os transmissores não tinham capacidade de transmitir durante muito tempo”, conta a professora.
Nessa fase, o rádio não era nem público e nem comercial, mas sim um meio comunitário. “As emissoras se organizavam para suas transmissões experimentais em torno dos chamados rádio-clubes”, ressalta Sonia Virginia. “Por isto, até hoje muitas emissoras criadas nessa época, em todo o país, têm a denominação de Rádio Clube, porque se constituíam, na verdade, em clubes de ouvintes,”explica.
A era do rádio comercial surge a partir de 1932, quando o presidente Getúlio Vargas, através do Decreto 21.111, autorizou as emissoras a ter até 10% de sua programação sob a forma de publicidade. “Até então, o rádio era sustentado apenas por contribuições de seus próprios ouvintes, que eram os mesmos que ajudavam a fazer a programação.”
Com a permissão da publicidade, se plantou a raiz do modelo de rádio que a partir da década de 40 se consolidou no país, o do veículo comercial, conforme a professora. “Naquele momento, marcado pela Segunda Guerra Mundial, os americanos passaram a influenciar não só a programação como o próprio modelo de rádio feito no Brasil, eminentemente comercial, a exemplo do que se fazia nos Estados Unidos”, diz a co-autora, junto com Luiz Carlos Saroldi, do livro Rádio Nacional: o Brasil em Sintonia e organizadora da História do Radiojornalismo no Brasil.
Passados 90 anos, a internet permite, de certa forma, um retorno às origens do rádio. “Montar uma web rádio hoje é muito fácil, com a vantagem de que você não precisa se organizar em clubes ou associações. Cada um pode ter sua própria rádio”, avalia a professora.  
Agência Brasil

sábado, 25 de agosto de 2012

Profissão Repórter e JN são finalistas do Emmy 2012

JN e Profissão repórter finalistas do Emmy
FOTO: Reprodução

A Academia Internacional de Televisão divulgou na terça-feira, 21, que os programas da Rede Globo "Profissão Repórter" e "Jornal nacional" serão finalistas do Emmy Awards 2012 nas categorias Assuntos de Atualidade e Notícias, respectivamente.

O JN, vencedor na mesma categoria em 2011, foi indicado graças a uma série de reportagens sobre as enchentes na região serrana do Rio de Janeiro, ocorridas em 2011. Já o programa de Caco Barcellos chegou à final devido a uma reportagem sobre crianças viciadas em crack.
 
Os vencedores serão anunciados na noite do dia 1º de outubro, em Nova York.
 
Com informações do G1.
 
 Adnews

O VALE transmite jogos do Paulista de Basquete

Equipe de web do jornal vai acompanhar ao vivo as partidas da equipe vice-campeã brasileira durante o Estadual. Primeiro desafio acontece nesta quinta, contra o Mogi 




O portal de notícias do O VALE (www.ovale.com.br) passa a transmitir com exclusividade todos os jogos em casa da equipe de basquete de São José dos Campos, válidos pelo Campeonato Paulista.
Durante a primeira fase serão sete partidas transmitidas ao vivo, pela internet. Uma equipe jovem e descontraída trará aos jogos uma emoção à parte, como se cada internauta estivesse ao lado dos jogadores.
Haverá ainda a possibilidade de interação ao vivo, com comentários e opiniões, antes, durante e após cada partida por meio da nossa fanpage no Facebook (clique aqui para acessar)
.
Equipe. O time do portal do O VALE será composto pelos jornalistas Aurélio Moreira, Marcos Eduardo Carvalho, César Rosati, Vivian Zwaricz, Ticiana Schvarcz e Bruno Castilho, que darão o suporte tanto na redação do O VALE, quanto no ginásio Lineu de Moura.
História. A transmissão do Paulista de Basquete consolida o pioneirismo da TV O VALE, a webTV do portal de notícias do O VALE, que foi o primeiro do Cone Leste Paulista a transmitir, ao vivo pela web, uma partida oficial de futebol profissional.
Essa história começou no dia 3 de agosto de 2011, na vitória por 1 a 0 do Taubaté contra o São José no estádio Joaquinzão.

Confira a relação dos jogos que serão transmitidos pelo O VALE.
16/08 – AESJ Unimed/Vinac x Mogi das Cruzes (21h15) 

01/09 – AESJ Unimed/Vinac x Inter de Santos (18h)
05/ 09 – AESJ Unimed/Vinac x Pinheiros / SKY (20h)
13/09 – AESJ Unimed/Vinac x Metodista / São Bernardo (20h)
19/09 - AESJ Unimed/Vinac x Suzano / Campestre / Instituto Ratto (20h)
29/09 - AESJ Unimed/Vinac x – Paulistano/Unimed (18h30)
04/10 - AESJ Unimed/Vinac x S.E Palmeiras (20h)   

MiniCom abre 48 vagas para rádios comunitárias em S

Vagas para rádios comunitárias em SP
FOTO: Divulgação

Pela primeira vez na história da radiodifusão em São Paulo, 48 cidades do estado terão a oportunidade de serem contempladas com autorizações para o funcionamento de rádios comunitárias. 
 
As inscrições foram abertas  nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial da União e vão até o dia 22 de outubro. Os interessados em operar uma rádio deverão se increver via correios ou na Delegacia Regional do Ministério das Comunicações, responsável pela tramitação dos processos.
 
A publicação das vagas faz parte do Plano Nacional de Outorgas de Radiodifusão Comunitária 2012/2013, que por sua vez, tem como objetivo levar as rádios comunitárias a todo Brasil até o final de 2013, principalmente nos municípios que ainda não foram contemplados com o serviço.
 
As informações são do próprio Ministério das Comunicações.
 
 Adnews

Daniel Slaviero é eleito presidente da ABERT

Slaviero já presidiu ABERT por duas vezes
FOTO: Divulgação

O diretor-geral do SBT em Brasília, Daniel Pimentel Slaviero, foi eleito nesta quarta-feira, 15, presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão para o biênio 2012-2014. Slaviero foi eleito por unanimidade pelo Conselho Superior da associação que se reuniu à tarde, em Brasília.
Ele sucede ao presidente da Rede Itatiaia (MG), Emanuel Soares Carneiro. Para a vice-presidência da entidade, foi reeleito o empresário Vicente Jorge, da TV Asa Branca e da Radio Globo FM, em Caruaru (PE). A ABERT, que completa 50 anos, representa 3 mil emissoras privadas de rádio e televisão.
 
Entre as metas de sua gestão, Slaviero aponta a flexibilização da transmissão do programa A Voz do Brasil, o processo de migração do rádio AM para os canais 5 e 6 de televisão, e o apoio à modernização da gestão no Ministério das Comunicações.
 
"Manteremos ainda nossa vigilância sobre a situação de liberdade de imprensa e de expressão no país, defendendo os princípios constitucionais e a livre atuação de profissionais e veículos de comunicação. Esta é uma questão existencial para nós", afirma Slaviero. 
 
O novo presidente iniciou sua carreira nas emissoras de televisão do Grupo Paulo Pimentel e foi diretor-executivo da Rede Massa, afiliada ao SBT, ambos no Paraná. Presidiu a ABERT por duas vezes, entre 2006 e 2010, sendo seu conselheiro desde 2001. Na Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), entidade que representa 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, Ásia e Europa, já ocupou a vice-presidência para a América do Sul e, atualmente, é vice-presidente do Comitê Permanente de Liberdade de Expressão. 

Adnews

Bradesco Esportes FM estreia quadro de humor

Novo programa de humor
FOTO: Reprodução

A Rádio Bradesco Esportes FM (94.1 – São Paulo) leva ao ar a partir de amanhã “Vuvuzela!”, um quadro de humor ligado no mundo esportivo. “Qualquer deslize, qualquer notícia, qualquer esporte é motivo para fazer piada”, declara o jornalista e humorista Marcelo Zorzanelli, que estreia no rádio depois de sua passagem no site Sensacionalista, que funcionou bem na internet e acabou se tornando um programa na TV a cabo.

“Vuvuzela!” será exibido diariamente em boletins de dois a três minutos, sempre criticando com sarcasmo e malevolência o mundo do esporte brasileiro e mundial. “Esporte também é diversão, gozação, espontaneidade. Queremos deixar o ouvinte sorridente e bem-humorado, além de bem informado”, declara Renata Veneri, diretora de conteúdo da Bradesco Esportes FM. O quadro irá ao ar em quatro horários: 6h43, 8h13, 12h43 e 16h13. 

Adnews

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Groove Eldorado estreia neste sábado na Rádio Eldorado

FOTO: Divulgação

A Rádio Eldorado resolveu abrir espaço para novas tendências e estilos convidou a equipe Jazzmasters a repaginar o premiado programa, há oito anos em sua grade. A soul music, funk, acid jazz, r&b, nu jazz e os groovies eletrônicos, que são a cara do Jazzmasters, continuam. Com isso, a partir deste sábado (4), a atração, exibida às 20h, passa a ter novo nome: Groove Eldorado.
 
Com a mudança, o programa terá um formato mais musical, entrevistas, histórias curiosas, dicas de shows, tendências, lançamentos, entre outras informações. O Groove Eldorado será apresentado por Paulo Mai, Marcio Tabach e Dudão Melo. Mai é radialista, publicitário e produtor; Tabach é consultor, tecladista e DJ; e Dudão, Vj e produtor.
 
“A partir de agora, o Jazzmasters vira uma marca com programas, produtos, eventos e ações dentro da sua nova plataforma. O programa continuará sendo produzido, mas será apresentado com este nome somente em emissoras fora de São Paulo, que hoje já retransmitem a atração. Em São Paulo, o Groove Eldorado passa a ocupar o horário, inclusive da reprise, às quintas-feiras, às 23h”, explica Paulo Mai, criador e diretor da marca Jazzmasters. 

Site: Adnews

Evento discute o futuro do Rádio AM

FOTO: Reprodução

No dia 31 de julho 2012, a AESP – Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo realizou o 1º Encontro do Rádio AM. O evento aconteceu no hotel Braston e teve a participação do Dr. Genildo Lins - Secretário dos Serviços de Comunicação Eletrônica do Minicom.
 
Fundamental entender o que ocorre com o Rádio AM, pois vem perdendo continuamente a participação na audiência e no faturamento publicitário. 

Uma das soluções seria a digitalização do meio, mas algumas tecnologias ainda não vingaram. Muita gente acreditou no padrão americano chamado de IBOC, mas nem nos EUA o sistema vingou.

Talvez a solução seria ocupar a faixa dos 700 Megahertz, hoje ocupada pela televisão, lembrando que a ANATEL deverá retirar esta faixa, chamada de VHF do meio TV, isto já em 2016. Ou seja com a sobra desta frequência o rádio AM ficaria "colado" no rádio FM. Excelente solução que inclusive já vingou nos EUA.

Por Antonio Rosa Neto, consultor de Mídia e conselheiro da Dainet 

 Site Adnews