quinta-feira, 9 de maio de 2013

Rádio Bandeirantes completa 76 anos


A Rádio Bandeirantes AM 840 e FM 90,9 comemora nesta segunda-feira o seu aniversário de 76 anos. Desde 06 de maio de 1937, a emissora está presente na cobertura dos principais fatos da história do Brasil e do mundo. Transmitiu todas as Copas do Mundo desde 1958, é referência no Jornalismo esportivo e conta com um grande time de jornalistas e comunicadores.
Nos microfones da rádio, convivem várias gerações de jornalistas – dos experientes José Paulo de Andrade e Salomão Ésper aos novos talentos como Rafael Colombo, Agostinho Teixeira, Paulo Galvão e Thays Freitas. Na cobertura esportiva, a RB conta com profissionais renomados, como Milton Neves, José Silvério, Neto, Ulisses Costa, Mauro Beting, Leandro Quesada e Sérgio Patrick.
Presente em mais de 1000 municípios, em 15 estados brasileiros, a rádio foi a primeira a transmitir com tecnologia digital e via satélite. A emissora atrai o público através do tripé informação, serviço e opinião e dos programas tradicionais que permanecem há décadas na grade de programação: “Primeira Hora”, há 50 anos no ar, “O Pulo do Gato”, há 40 anos no ar, e “Jornal Gente”, que completou mês passado 35 anos.

Fonte:adnews

BandNews FM mostra como é ser “Mãe 24 horas”


Em três edições diárias, cinco mulheres descrevem seu cotidiano e revelam todos os lados do papel de mãe
Durante esta semana, de segunda a sexta (6 a 10), o ouvinte da rádio BandNews FM vai curtir ao longo da programação pílulas com histórias reais da intimidade de mães com seus filhos. Os boletins “Mãe 24 horas” vão exibir em três edições diárias declarações, desabafos, comemorações e descrições de momentos únicos de cinco mulheres. De gravador em punho, elas abrem suas vidas e revelam as dores e as delícias de se dedicar a uma tarefa tão nobre quanto difícil: mudar o mundo através dos filhos. 
 
De conceito semelhante, a BandNews FM ainda tem a iniciativa “Conforto de Mãe”, gravações em primeira pessoa de filhos com um relato breve, pessoal e revelador do conforto e o aconchego que só as mães podem proporcionar. Os jornalistas da BandNews FM também participaram. O âncora Ricardo Boechat, por exemplo, se lembrou da cantiga em espanhol que a mãe dele, Dona Mercedez, usava para fazê-lo dormir e que hoje ele canta para as próprias filhas. 

Fonte:adnews

quinta-feira, 11 de abril de 2013

CBN Esportes terá especial de 13 anos



O CBN Esportes está completando 13 anos no ar e a comemoração será neste domingo, dia 14, com um programa especial, apresentado por Carlos Eduardo Eboli, a partir de 9h da manhã, diretamente do Aterro do Flamengo. O estúdio será montado próximo ao Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, local também da largada e chegada da Ecorrida, que estará movimentando o domingo esportivo no Rio.

Entre os convidados do programa estão o comentarista Amir Somoggi, titular do quadro "CBN no Campo dos Negócios"; Miguel Angelo da Luz, técnico que levou a seleção feminina de basquete ao título mundial em 1994 e à medalha de prata olímpica em Atlanta-1996; a ex-jogadora de vôlei de praia Adriana Behar, vice-campeã olímpica em Sydney-2000 e Atenas-2004, jogando ao lado de Shelda, e que hoje integra a equipe técnica do Comitê Olímpico Brasileiro; e a remadora Fabiana Beltrame, campeã mundial em 2011, na Eslovênia, entre outros.

Parte da equipe de esportes da CBN no Rio de Janeiro e alguns jornalistas de Cidade estarão no evento, participando da corrida e do programa.

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Esporte Interativo lança novo logo e grade


O Esporte Interativo acaba de anunciar seu novo logotipo, anunciado juntamente com a nova grade de programação do canal.

Segundo Felipe Aquilino, Gerente de Marketing, o novo logotipo é um redesenho da marca atual, buscando reforçar a posição de vanguarda da plataforma em mídia esportiva, assim como dando maior evidência à palavra esporte. Como o conceito de interatividade já tem grande ênfase no dia-a-dia dos telespectadores, o Esporte Interativo dará mais destaque ao conteúdo, 100% transmídia.

A fonte também sofreu alteração com o objetivo de buscar uma maior associação da marca às plataformas digitais, que sempre fizeram parte do DNA do Esporte Interativo. Com relação ao Portal Yahoo! Esporte Interativo, uma nova identidade visual também será apresentada a partir dessa semana.

O Esporte Interativo também estreia hoje a nova grade de programação para 2013. Entre as novidades está o novo Caderno de Esportes, que terá apresentação e direção do narrador André Henning. Pela primeira vez, o apresentador mais antigo da casa terá um programa diário. A intenção é que o programa passe a ter apuração mais forte e vá ao ar com notícias exclusivas, entrevistas e furos de reportagem.

O Kajuru Sob Controle sai da grade e dá espaço para O Incrível Kajuru. O apresentador terá espaço para tratar de temas polêmicas e denúncias, num estilo informal e dinâmico, que tem marcado sua carreira e seus programas no Esporte Interativo. Jorge Kajuru continua no ar, semanalmente, com o Kajuru Pergunta, um dos programas de mais repercussão da grade do Esporte Interativo.

Zico na Área, apresentado pelo Galinho, passará a ser semanal. Ele vai receber convidados, falar de futebol nacional e internacional e tratar de temas mais factuais. WWE passa a ganharum novo programa, o Main Event. Os fãs de automobilismo terão uma grade especial: no Grid, verão as principais notícias e entrevistas do mundo da velocidade, sendo que os bastidores e os momentos históricos serão tratados no programa Curva do S. Mesmo com o fim da Copa do Nordeste, o canal vai continuar dando atenção às fanáticas torcidas dos clubes da Região. O Conexão Nordeste vai ao ar diariamente, mostrando o desempenho dos clubes da Região Nordeste. As lutas terão ainda mais espaço. O maior evento de kickboxing do mundo, Glory, será exibido semanalmente no Canal que já tem história nas transmissões dos principais eventos de MMA do mundo. 

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Globo vai ganhar nova identidade visual assinada por Hans Donner


Segundo informaçõs da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a Globo deve ganhar uma nova identidade visual "mais clean" no próximo dia 26, quando completa 48 anos. O projeto é assinado por Hans Donner, criador do logo da emissora e responsável pelas aberturas das novelas da emissora carioca.
 
A novidade seria apresentada junto com a programação 2013 da rede, mas não ficou pronta. "Achei até melhor. Dará tempo de implantar. É uma mudança da marca que vai da canopla do microfone ao carro, passa pelos papéis, uniformes e todas as inserções no vídeo", diz Donner.
 
Segundo Hans Donner, "os caras" que trabalharam com ele durante todos esses anos "destruíram a marca". 
 
"Os computadores interferiram muito na filosofia e na limpeza do símbolo. Cada novo designer queria colocar reflexo, metal etc.", explica na coluna da Mônica.
 
Com informações da Folha de S. Paulo.
 
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"Pulo do Gato" completa 40 anos sob comando de José Paulo de Andrade


“Pulo do Gato”, da Rádio Bandeirantes, comemora 40 anos ininterruptos no ar nesta terça-feira. O programa estreou em 02 de abril de 1973 e é a atração radiofônica com mais tempo no ar sob o comando do mesmo apresentador: José Paulo de Andrade. Em fevereiro deste ano, o jornalista completou outra data redonda, 50 anos de trabalho na Bandeirantes.

“Na época em que o programa foi ao ar pela primeira vez, o horário das 06h era ocupado na maioria das emissoras por programas sertanejos (Tonico e Tinoco, na Bandeirantes, por exemplo). Os programas jornalísticos tinham início às 07h ("Primeira Hora"). Foi um ‘pulo do gato’ na concorrência”, explica Zé Paulo. Para manter esse trunfo de “acordar a rádio” tão cedo, o jornalista dorme somente até às 04h todos os dias há 40 anos.

A tradicional abertura do “Pulo do Gato” visa a preservação da memória por meio do anúncio de efemérides (datas que marcam fatos históricos, aniversário de personalidades etc). Tem ainda o quadro “Boca no Trombone”, que dá ao ouvinte espaço para críticas, elogios e considerações sobre assuntos diversos. “Quando recebemos uma reclamação sobre serviços não entregues, iluminação pública, telefonia etc, colocamos no ar e geralmente aguardamos um retorno dos responsáveis – empresas ou órgãos públicos. Inúmeros problemas já foram resolvidos”, conta Silvania Alves, coordenadora de produção do programa há quase duas décadas e apresentadora da edição dos sábados.

Além disso, o programa conta com diversos colaboradores, como Magali Leme, assessora de comunicação do INSS, que esclarece dúvidas e dá informações sobre a previdência social. Milton Neves entra no ar duas vezes: com a coluna “Que Fim Levou?”, que aborda a trajetória e o momento atual de personalidades como atletas, ex-atletas e profissionais da comunicação, e em um boletim sobre o futebol atual. Tem também a participação de Maurício de Souza Lima, hebiatra que ajuda famílias a lidar com problemas físicos e psicológicos de adolescentes, Otávio Ceschi Junior, falando sobre agronegócios, e Regina Pitoscia, com orientações sobre planejamento financeiro.

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Rádios de Recife serão obrigadas a tocar frevo na programação


O Frevo toma conta das ruas de Recife durante o Carnaval. Porém, depois da festa que anima boa parte do Brasil, o ritmo fica um pouco esquecido. Pensando nisso, o vereador Marcos Aurélio Madeiros (PTC) criou o projeto de lei 4/2013, que prevê que as rádios de Recife devem veicular, no mínimo, uma vez ao dia, uma canção do ritmo.
 
Em protesto, a Associação das Empresas de Radiodifusão de Pernambuco (Asserpe) divulgou nota nesta quarta-feira, 10, contra a medida que obriga as emissoras comerciais de Recife a tocarem frevo.
 
O Momento do Frevo, como foi batizado o projeto, prevê que as rádios de Recife toquem uma música do ritmo entre 8h e 12h ou 14h e 18h.
 
A proposta já recebeu nesta terça-feira, 9, a assinatura do prefeito de Recife, Geraldo Júlio, e pode ser publicada no Diário Oficial local até o fim desta semana. A medida afeta cerca de sete emissoras da capital pernambucana e gerou protestos dos radiodifusores. Eles devem se reunir com o prefeito ainda nesta semana para tratar do assunto. Caso não haja entendimento, a Asserpe acionará a Justiça. A entidade acredita que a proposta seja inconstitucional.
 
“Reconhecemos a importância da valorização desse ritmo, mas é abusiva a obrigatoriedade exercida pelo poder público sobre a execução de qualquer conteúdo em veículos de comunicação”, disse Cléo Nicéas, presidente da entidade. Segundo ele, a imposição interfere no livre direito de os veículos se comunicarem com o seu público, o que é garantido na Constituição.
 
Emissoras religiosas e jornalísticas não serão afetadas. "Não tem sentido eu querer ouvir frevo na rádio religiosa. E a proposta da CBN é notícia. Mas se um dia ela vier a tocar músicas, terá que obedecer à Lei. É algo que vai se adaptar sem nenhuma dificuldade", acredita o vereador autor da lei, cujo projeto não informa essa exceção. Outra exceção será a Mix FM 103.1, cuja concessão pertence a Jaboatão dos Guararapes, município populoso vizinho ao Recife.
 
Com informações do Tudo Rádio.com
 
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domingo, 7 de abril de 2013

Dia do Jornalista


O DIA DO JORNALISTA
Foto:pt.wikipedia.org
A profissão de jornalista é muito desgastante e de muita responsabilidade. Uma palavra que têm uma bela sinonímia, a ética o jornalista deve abraçá-la de vez, já nos bancos da instituição acadêmica. Jornalismo se faz por amor e com responsabilidade. Jornalista é a pessoa ou profissional que exerce atividade jornalística como redator, repórter, fotógrafo, editor, apresentador entre outras. O jornalista deve ser eclético, visto que a profissão exige isso do profissional. Ele tem que ser clínico geral, já que a área do jornalismo é vasta. O dia do jornalista já foi comemorado em várias datas. No dia 24 de janeiro por ocasião da data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo. 
O dia 29 de janeiro tem uma particularidade e faz parte da história do Brasil, a data, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros, mas ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio falecido em 1905, até se tornando uma data eminentemente católica. No dia 16 de abril comemora-se o dia do repórter como na definição acima, trata-se de um profissional do jornalismo, por tabela poderíamos afirmar ser dia do jornalista também. Lá pelos idos de 1830 quando do assassinato de um jornalista no mês de abril do citado ano – foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa o dia do jornalista em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. Com essas informações o dia do jornalista fica assoberbado por diversas e diferentes nuances. Essa cronologia para que fique guardada em nossas memórias tiveram aspectos históricos e importantes para culminar com um dia certo para homenagem ao jornalista brasileiro.
Vejam: O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o “Dia do Jornalista”. Seguindo a via-crúcis mais uma data modificou novamente o cenário de comemorações. 03 de maio – pode ser considerado o Dia do Jornalista por ser a data da Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993. Não terminou aí a indecisão e a data propícia para homenagear o homem da mídia e da imprensa. Em data a posteriori mais precisamente em 01 de junho – Dia da Imprensa que durante 192 anos foi comemorado, erroneamente, em 10 de setembro (atribuía-se à Gazeta do Rio de Janeiro, jornal oficial do Império, ser o primeiro jornal brasileiro). No Brasil, a Imprensa surge em 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o “Correio Braziliense”, editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça. A jornalista Daniela Bertocchi afirma que existe o dia mundial do jornalista, Levando-se em conta o maior número de pessoas comemorando, o dia 8 de novembro que seria o dia oficial, em que 1,3 bilhões de chineses comemoram a data. Nos EUA, o dia do jornalista é comemorado em 8 de agosto e mais datas surgem em pesquisas em outros países. No Brasil, pátria amada, idolatrada pergunta-se por que o dia 7 de abril?
O Dia do Jornalista é comemorado no Brasil no dia 7 de abril, em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, brasileiro de origem italiana, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, no dia 7 de abril de 1830, durante uma passeata de estudantes em comemoração aos ideais libertários da Revolução Francesa, como foi citado antes e nas entrelinhas dessa matéria. Já o dia Nacional de Luta em defesa do Diploma iniciou-se no I Congresso Brasileiro de Jornalistas, em 1918, no Rio de Janeiro, quando pela primeira vez foi reivindicado o estabelecimento de um curso específico de nível superior para a profissão. “Desde então, os jornalistas brasileiros vêm lutando pelo direito a uma regulamentação que garanta o mínimo de qualificação profissional àqueles que pretendam trabalhar como jornalistas.” Vejam que a batalha é ferrenha e antiga pelos ideais do jornalismo ser exercido por profissionais possuidores de curso superior, ou mesmo aqueles que tiveram o direito adquirido pela vasta colaboração que deram à imprensa de ontem e de hoje no Brasil. Aproveitamos o dia de hoje para desejar sucesso a todos os jornalistas do Ceará e do Brasil e que a luta em prol dos direitos do jornalista continue, apesar de diversas atribuições destinadas a profissionais do jornalismo tenham sido tolhidas. E que as empresas jornalísticas possam dar aquilo que é mais do que sagrado, a assinatura da carteira profissional como jornalista e não radialista. Nada contra nossos companheiros que fazem à mídia falada que também tem sua importância fundamental para o público mais carente e menos privilegiado e para aqueles que realmente adoram o rádio desde sua inserção no Brasil
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE
Autor: Antonio Paiva Rodrigues  

Estudo mostra que mulheres são maioria no jornalismo brasileiro

Estudo mostra que mulheres são maioria no jornalismo brasileiro (Foto: Marcello Casal Jr / ABr)

A maioria dos jornalistas brasileiros é formada por mulheres brancas, solteiras, com até 30 anos de idade. No total da categoria, elas representam 64%. A constatação faz parte de um levantamento divulgado na última semana, pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

O estudo Características Demográficas e Políticas dos Jornalistas foi feito a partir de respostas encaminhadas por 2.731 jornalistas brasileiros em todos os estados e em outros países. Os dados foram coletados, entre 25 de setembro e 18 de novembro do ano passado, por e-mail, redes sociais, notícias em canais especializados e página da pesquisa na internet.
O levantamento também indica baixa presença de negros (pretos + pardos, segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE) na profissão. Os pretos correspondem a 5% dos jornalistas e os pardos, 18%.
Sobre a formação profissional, o trabalho indica que nove em cada dez são diplomados em jornalismo, majoritariamente em instituições privadas de ensino. Além disso, quatro em cada dez têm cursos de pós-graduação. A maioria defende a exigência de algum tipo de formação superior para o exercício da profissão, sendo mais da metade a favor da diplomação específica em jornalismo.
O levantamento mostrou também que quase três quartos da categoria são favoráveis à criação de um órgão de autorregulamentação do exercício da profissão. Dois terços têm renda até cinco salários mínimos e quase metade dos jornalistas trabalha mais de oito horas por dia.

Agência Brasil

sexta-feira, 29 de março de 2013

Em último dia na bancada, Ana Paula Padrão se despede do "Jornal da Record" ao vivo

Na noite da última quarta-feira (20/3), a jornalista Ana Paula Padrão se despediu da bancada do "Jornal da Record" e da emissora. "Estou deixando essa cadeira depois de cumprir meus quatro anos de contrato para me dedicar à causa que me apaixona hoje, que é a causa da mulher", disse. Emocionada, ela agradeceu aos colegas de trabalho, à emissora e ao telespectador.  


Crédito:Divulgação
Jornalista deixa a emissora após cumprir contrato de 4 anos

"O Jornal da Record termina aqui. E esse é meu último Jornal da Record", afirmou Ana. "Queria muito agradecer a todos vocês que trabalham comigo no estúdio, agradecer a todos que fazem de fato esse jornal, que fazem os bastidores. Queria com todo carinho agradecer a essa emissora que tão bem me acolheu durante esses quatro anos. E a você telespectador, que me aplaude, me acompanha e confia em mim", acrescentou.

A jornalista agradeceu também ao seu colega de bancada. "E você, companheiro Celso [Freitas], meu amigo, muito obrigada pela generosidade nesse tempo", disse. Em seguida, o apresentador retribuiu o carinho. Enquanto agradecia, ele pegou um cartão assinado por membros da equipe.

"Você nos deixa, mas para mim e todos os integrantes da equipe que assinamos esse cartão fica a admiração e o respeito pela profissional Ana Paula Padrão, mas sobretudo pela solidariedade e amizade da amiga Ana. Obrigado", disse Freitas.





Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/57511/em+ultimo+dia+na+bancada+ana+paula+padrao+se+despede+do+jornal+da+record+ao+vivo

sábado, 16 de março de 2013

SBT lança campanha para ressaltar jornalismo

SBT lança campanha para jornalismo
FOTO: Divulgação


O SBT estreou novos estúdios, mais preferiu ressaltar o trabalho e o posicionamento do seu núcleo de jornalismo em nova campanha criada pela Publicis. Além de um time de jornalistas reconhecidos e respeitados por suas trajetórias, a área no SBT é guiada por uma carta, escrita e assinada por Silvio Santos em 1988, com os princípios do jornalismo da emissora.

“O jornalismo do SBT é um dos nossos principais ativos, estando presente nos pilares do SBT. Evoluímos de olho em princípios que hoje sustentam a credibilidade da nossa informação. O momento é de mostrar as nossas conquistas para o mercado, que incluem audiência, um time de peso com grandes nomes da imprensa nacionale, claro, o conteúdo de qualidade que levamos ao ar todos os dias”, afirma Glen Valente, diretor Comercial e de Marketing do SBT.    

A comunicação será feita para dois públicos diferentes. A primeira fase, voltada para o mercado publicitário, circula nos principais veículos do trade. Além de destacar o conceito da comunicação: "Jornalismo que evolui, princípios que não mudam", a campanha traz informações que mostram que o espaço de jornalismo do SBT é uma ótima opção para os anunciantes que querem vincular suas marcas às informações indispensáveis para a vida dos brasileiros, com credibilidade e seriedade. Além disso, a campanha mostra os jornalistas que formam o time da emissora.

A partir do dia 17 de março, será lançada também a campanha para público geral, com anúncios na grande imprensa (anúncio de página dupla anexo), além de um filme de 60" e outro de 37", produzidos pelo próprio SBT para serem veiculados durante a programação da emissora. Nos comerciais, a carta de princípios será lida pelos jornalistas, permitindo que os telespectadores confirmem como ela tem sido levada a sério pela emissora. Nesta fase, os jornalistas aparecerão também em anúncios individuais, cada um destacando um dos princípios do documento.

Fonte:Site Adnews  



 

Correio Braziliense é finalista do 2013 Newspaper Awards

Correio Braziliense concorre a prêmio
FOTO: Reprodução

O jornal Correio Braziliense vai representar o Brasil na premiação 2013 Newspaper Awards, realizada no Reino Unido. O periódico de Brasília é o único representante da América do Sul na categoria InternacionalNewspaper of the year (jornal internacional do ano) e disputará o prêmio com outros cinco concorrentes: Donaukurier (Alemanha), Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung (Alemanha), Guardian Weekly (Reino Unido), Rheinische Post (Alemanha) e Welt am Sonntag (Alemanha).

Os vencedores das 18 categorias serão conhecidos na cerimônia de premiação que acontecerá no dia 24 de abril, no famoso The London Hilton, em Londres. O Newspaper Awards está em sua 12ª edição e consagra veículos de comunicação, impresso e digital, que são destaque na mídia pela excelência, inovação e qualidade de formato e de conteúdo.    

Fonte: adnews.com.br

Rádio Bandeirantes recebe GP da Crítica no Prêmio APCA

Grande Prêmio da Crítica
FOTO: Divulgaçã

A cerimônia de entrega do Prêmio APCA, promovido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, aconteceu na noite desta terça-feira (12), e enalteceu o trabalho de profissionais atuantes em diversos campos artísticos. Na categoria “Rádio”, a Rádio Bandeirantes recebeu o Grande Prêmio da Crítica pelos seus 75 anos de história através das mãos de Thays Freitas, editora-executiva e apresentadora da emissora. 
 
A Rádio Bandeirantes ganhou um troféu e um certificado de reconhecimento e valorização do trabalho durante toda a sua existência. Origem do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a rádio entrou no ar pela primeira vez em 06 de maio de 1937. Desde então, esteve na cobertura dos principais fatos da história do Brasil e do mundo. Transmitiu todas as Copas do Mundo a partir de 1958 e conta com um renomado time de jornalistas e comunicadores. Presente em mais de 1000 municípios brasileiros, a rádio foi a primeira a transmitir com tecnologia digital e via satélite.
 
A apresentação do Prêmio APCA, que foi realizado no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo, ficou por conta da jornalista Marília Gabriela e do ator Herson Capri. Os vencedores foram definidos em assembleia que reuniu 61 críticos no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo no último dia 10 de dezembro. Os profissionais de rádio foram selecionados pelos especialistas Fausto Silva Neto, Marco Antonio Ribeiro e Sílvio Di Nardo.  

Fonte: adnews.com.br

"Arquivo Musical", da Bandeirantes, completa 50 anos no ar

50 anos no ar
FOTO: Divulgação

programa “Arquivo Musical”, da Rádio Bandeirantes, entrou no ar pela primeira vez em 17 de março de 1963. Criado pelo então diretor artístico da emissora, Clodoaldo José Machado, e com apresentação de Odayr Baptista, a atração era um desfile das músicas que marcavam a época. O projeto sobreviveu ao tempo e neste domingo, dia 17, completa 50 anos de existência. Para comemorar, a rádio prepara uma edição especial para relembrar momentos importantes e apresentadores que já passaram pelo programa, tocar grandes clássicos da música e abrir ainda mais espaço à participação do público.
 
“Os ouvintes serão co-apresentadores. Eles farão os pedidos das músicas que simbolizem os 50 anos do programa e ainda vão oferecer essas canções às pessoas que eles querem homenagear”, explica Ronald Gimenez, comandante do programa desde 2010 e especialista em música popular brasileira. O jornalista já foi gerente artístico da antiga Musical FM e lançou a primeira rádio online do Brasil. O programa também está recebendo fotos de objetos que os ouvintes têm em casa há pelo menos 50 anos. Podem ser enfeites, móveis, livros, cartas etc. Essas imagens estão sendo publicadas no site e no Facebook da Rádio Bandeirantes. 
 
Grandes nomes do jornalismo que já passaram pelo “Arquivo Musical” terão espaço no programa deste domingo. Áudios da apresentação de Odayr Baptista, Jorge Helal, Antônio Carvalho, Lourival Pacheco e Muibo César Cury serão veiculados para relembrar as fases pelas quais a atração passou. Durante esses 50 anos de história, a atração teve somente dois programadores musicais, os responsáveis pela seleção de canções flash back: Carmem Garcia e Gilberto Fernandes, que também serão homenageados. 
 
O “Arquivo Musical” vai ao ar todo domingo, das 06h às 08h30 e é um dos programas mais antigos da Rádio Bandeirantes. Só perde para o “Jornal Primeira Hora”, que completou suas bodas de ouro em maio do ano passado. A programa abrange artistas consagrados desde os anos 60, como Roberto Carlos, Frank Sinatra, Beatles, Dalva de Oliveira e Ataulfo Alves, até mais recentes, como as bandas de rock dos anos 80 - Paralamas do Sucesso, Titãs, Kid Abelha, etc.    

Fonte: adnews.com.br

Família de Herzog recebe nova certidão de óbito



 
 A família de Vladimir Herzog recebeu ontem (15), durante ato público da 68 ª Caravana da Anistia, organizada pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, o novo atestado de óbito do jornalista, torturado e morto nas dependências do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (:DOI-Codi), em 1975, durante a ditadura militar. O novo atestado aponta como causa da morte lesões e maus-tratos sofridos por Herzog durante interrogatório no DOI-Codi, órgão ligado ao Exército. Na versão anterior, sustentada pelo Exército na época, a causa apontada foi asfixia mecânica por enforcamento, indicando que o jornalista teria cometido suicídio.
O filho do jornalista, Ivo Herzog, disse que a primeira verdade oficial sobre a morte de seu pai foi o enterro, porque, de acordo com a tradição judaica, quando a pessoa se suicida, deve ser enterrada junto ao muro do cemitério, o que não aconteceu devido à coragem do rabino Henry Sobel, que foi contra a versão de suicídio. “Hoje, tendo um documento oficial do Estado que relata como meu pai morreu, mostrando que ele foi assassinado, desmontamos a versão criada na ditadura e temos um documento expedido por um juiz, dizendo que aquilo é mentira."
No entanto, ressaltou Ivo Herzog, "há mais coisas que precisam aparecer, como quem foram os mandantes, os agentes". É preciso investigar o crime em si, destacou.
Durante a cerimônia, no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), foi dada a declaração de anistia política post mortem ao estudante Alexandre Vannucchi Leme. Além de estudar na USP, Vannucchi militava na Ação Libertadora Nacional (ALN). Ele foi morto em 17 de março de 1973, aos 22 anos, após ser preso na cidade universitária. O estudante também foi torturado e assassinado nas dependências do DOI-Codi e teve o corpo enterrado na Vala de Perus, em um buraco forrado de cal para acelerar a decomposição.
O coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Paulo Sérgio Pinheiro, destacou a importância de os diretos de Vannucchi serem reconhecidos na própria universidade onde ele estudou e foi capturado. Pinheiro também considerou decisiva a mudança da causa da morte de Herzog em um documento oficial. “É a restauração da verdade. Não é possível que, em plena consolidação da democracia, continuemos a viver com atestados absolutamente falsos.”
Para o presidente da Comissão Nacional da Anistia, Paulo Abrão, declarando a anistia de Vannucchi, o Estado pede desculpas oficiais à família e reconhece o legítimo direito de resistência à opressão. O Estado admite também seus erros, para que eles não se repitam mais e para que país possa exercer de fato sua democracia, disse ele. “O Estado já reconheceu sua responsabilidade em torno da morte de Vannucchi. Hoje vamos reconhecer a responsabilidade com relação às perseguições políticas que ele sofreu e que levaram a esse desfecho trágico, que foi sua morte.”
A secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, ministra Maria do Rosário, destacou que reconhecimentos como a nova certidão de óbito de Herzog e a anistia de Vannucchi refletem a luta de cada membro da família dos torturados e mortos na ditadura, que nunca permitiram que essas pessoas fossem esquecidas. “Eles trouxeram até os nossos dias de democracia, o brilho dos olhos dessas pessoas que foram roubadas do nosso convívio. Vladimir Herzog e Alexandre Vannucchi poderiam estar conosco, contribuindo ainda muito mais do que já contribuíram com o Brasil”, disse Maria do Rosário. 
Fotos:Marcelo Camargo/ABr

 Agência Brasil

quarta-feira, 6 de março de 2013

Imprensa internacional retrata morte de Hugo Chávez


Morte de Chávez é destaque no mundo
A imprensa internacional nas suas edições online ou versões impressas, desta quarta-feira, dá grande destaque à morte do Presidente venezuelano Hugo Chávez. Do perfil do líder aos efeitos da transição na Venezuela e na aliada Cuba, muitas das matérias destacam o carisma de Chávez e as suas declarações emblemáticas, mas condenam algumas das suas políticas.

Nos Estados Unidos, o New York Times dedica várias matérias à morte de Chávez, dizendo que o Presidente deixa um país dividido e numa crise profunda, salientando ainda os bloqueios vividos com os Estados Unidos e atribuindo a esse fato alguns dos problemas do atraso no desenvolvimento venezuelano. Quanto à sua personalidade, são destacadas as capacidades oratórias e os ataques audazes, bem como a capacidade de ter feito com que os mais pobres se sentissem ouvidos.


No Reino Unido, a BBC diz que Chávez morreu após uma luta contra o câncer e que apresenta dois perfis de possíveis sucessores interinos: Nicolás Maduro e Diosdado Cabello. Refere-se também ao legado econômico do líder da Venezuela e fala de como o País mudou com os seus mandatos, em alguns pontos para melhor, noutros para pior.

Na Espanha, o diário El País deu a manchete “Muere Hugo Chávez” e apresentou vários artigos sobre o tema na sua edição online. Num deles, disse que “a esquerda da América Latina fica órfã sem o comandante”. Afirma também que a morte do Presidente da Venezuela terá efeitos em países como Cuba, com quem mantinha uma estreita relação.


Na França, o Le Figaro dá especial destaque à personalidade do presidente venezuelano. “Hugo Chávez, o fim de um provocador”, diz a manchete do site, acrescentando que adorava cultivar a sua imagem de “dirigente incontrolável, fantástico e imprevisível”. O diário diz ainda que o país está em choque com a sua morte, tendo saído para as ruas em movimentos espontâneos.


O Le Monde descreve o percurso de Chávez de militar a presidente e diz que se entre os opositores foi considerado um autocrata, a verdade é que também suscitou grandes paixões depois de chegar ao poder. O jornal recupera algumas de suas declarações marcantes e descreve-o como a figura do socialismo latino-americano.

O El Mundo da Venezuela utiliza um laço negro no seu logótipo para assinalar o luto e escreve que com a morte do Presidente termina uma era no país. São também apresentadas duas fotogalerias, uma sobre a fé e devoção de Chávez desde que lhe foi diagnosticada a doença e outra sobre a estreita relação com Fidel Castro. O título da edição impressa diz que “Começa o chavismo sem Chávez” e um artigo considera que a morte do líder abre um vazio na esquerda da América Latina e questiona se será possível manter a sua “generosidade” na distribuição de petróleo naquela zona.



No Brasil, a Folha de São Paulo e o Estado de São Paulo destacam as declarações do Presidente dos EUA, Barack Obama, que considerou que a morte de Chávez abre “um novo capítulo” na história da Venezuela. Os dois jornais têm já nas suas páginas na Internet perfis de Nicolás Maduro. Segundo a Folha de São Paulo, o “Governo brasileiro aposta na eleição de Maduro para suceder Chávez”, enquanto o Estado de São Paulo considera o vice-Presidente da Venezuela “o herdeiro leal e pragmático do chavismo no país”.    


Fonte: http://www.adnews.com.br/pt/midia/imprensa-internacional-retrata-morte-de-hugo-chavez.html

“Há um longo caminho pela frente”, diz Daniela Pinheiro sobre espaço das mulheres na mídia


Ela é responsável por alguns dos perfis mais lidos e comentados da revista Piauí, como, por exemplo, do pastor Silas Malafaia e do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Ao longo dos seis anos de casa, a jornalista Daniela Pinheiro assina também reportagens com nomes da política nacional, como José Dirceu, Marina Silva e Delúbio Soares.


Crédito:Divulgação
Daniela Pinheiro ganhou o Troféu Mulher IMPRENSA pela terceira vez
Ela que tem no currículo passagens pela Folha de S.Paulo, além de dez anos de Veja, venceu pela terceira vez o Trofeu Mulher IMPRENSA na categoria repórter de revista e se diz honrada com o reconhecimento. "A gente fica achando que fez uma matéria, ela foi publicada e depois ninguém se lembra. Então, quando vem o reconhecimento pelo trabalho passado, é muito gratificante”.
Apesar do notável avanço do papel da mulher na comunicação, Daniela diz que há ainda muito a mudar. “Ainda não há mulheres chefiando as principais redações de jornais e revistas do país. Isso é um indicador de que há um longo caminho pela frente”.
A seguir, em entrevista exclusiva à IMPRENSA, a repórter fala sobre os principais destaques de sua carreira em 2012 e revela seus planos de lançar seu primeiro livro, pela editora Intrínseca.
IMPRENSA: Como você vê o espaço e o papel da mulher na imprensa brasileira?  A mulher ainda sofre preconceito, principalmente no tipo de cobertura que você faz?
Daniela Pinheiro:
 Eu não me sinto desrespeitada em relação a isso, mas ainda não há mulheres chefiando as principais redações de jornais e revistas do país. Isso é um indicador de que há um longo caminho pela frente.

Esta já é a terceira vez que ganha o prêmio. Ainda é uma surpresa para você?
Muita surpresa. Quando recebo o e-mail dizendo que sou uma das finalistas, é como se fosse a primeira vez. A gente fica achando que fez uma matéria, ela foi publicada e depois ninguém se lembra. Então, quando vem o reconhecimento pelo trabalho passado, é muito gratificante.
Quais as principais diferenças entre trabalhar em jornal e revista? O que gosta mais?
Trabalho em revista há 16 anos, então, a minha experiência com jornal é bem menor. Eu gosto muito de revista. Acho que podemos fazer um texto mais elaborado, apurar com mais rigor, trabalhar em cima da notícia por causa do tempo e do espaço que temos disponíveis.

Quais matérias suas foram os destaques de 2012? Por quê?
No ano passado, fiquei muito focada no julgamento do mensalão e consegui fazer duas boas pautas: um perfil do Delúbio Soares, no qual o acompanhei em palestras que ele fazia pelo Brasil para mostrar sua defesa, e outra extensa sobre o chamado "mensalão mineiro", como é conhecido o processo contra o ex-governador Eduardo Azeredo, do PSDB, que deve entrar na pauta do STF nos próximos meses. O caso estava esquecido e tinha muitas similaridades com o caso do PT. Na época das eleições, fiz o perfil do Paulo Souza, o Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, um personagem dos bastidores que fazia a cúpula tucana de São Paulo tremer é simples menção de seu nome. 

Quais são os planos profissionais para 2013? Pode adiantar algum projeto?
Começo o ano fazendo uma matéria sobre moda, o que não costuma ser o assunto de minha maior atenção, mas pelo qual tenho interesse. Devo publicar o texto na edição de abril. Também tenho um projeto de um livro com a editora Intrínseca, mas, infelizmente, ainda não posso adiantar do que se trata.


Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/ultimas_noticias/57070/ha+um+longo+caminho+pela+frente+diz+daniela+pinheiro+sobre+espaco+das+mulheres+na+midia

“Assumo que não sei de tudo”, diz Maria Cristina Poli sobre o troféu de melhor âncora



Crédito: Cleonis Ribeiro
Maria Cristina Poli

Quase ninguém – ou ninguém mesmo – apostaria que a jornalista Maria Cristina Poli, apresentadora do "Jornal da Cultura", acumule tanto tempo de carreira: mais de três décadas. A vasta bagagem se explica pelo início precoce, já que estreou ainda estudante, na produção de Hebe Camargo, à época na Band.
Em seguida, foi repórter da TV Globo nos anos 80 e início dos 90, apresentou o “Vitrine”, na TV Cultura, entre 1993 e 1998, e o itinerante “Circular”, no Canal 21, – feito de um ônibus –, entre 1999 e 2001. Em 2002 e 2003, foi âncora e editora-chefe do “Jornal da Noite”, da Band, até voltar à TV Globo, onde foi repórter especial e repórter exclusiva do “Fantástico”.

Desde 2008, Poli comanda o “Jornal da Cultura”, nascido diferente da maioria da concorrência: com dois convidados diários, que discutem informalmente as notícias com a âncora. “Sempre quis fazer um jornal que explicasse a notícia e acho que conseguimos. Não seria a pessoa certa para fazer um jornal formal”, explica.

Na entrevista abaixo, a vencedora na categoria âncora de telejornal desta 9ª edição do Troféu Mulher IMPRENSA fala de seu atual momento profissional, de sua timidez assumida – “Na bancada do jornal, ela desaparece” – e do projeto que um dia sonha realizar: um jornal para crianças. Confira a entrevista na íntegra:

IMPRENSA – Como você recebe seu primeiro Troféu Mulher IMPRENSA?
MARIA CRISTINA POLI – Fiquei supercontente. Mas, sou a ponta de um iceberg. A gente tem ao nosso lado uma equipe muito enxuta e talentosa no “Jornal da Cultura”. Todo mundo sabe que a TV Cultura não vive nadando em dinheiro. Então, é muito legal.

Como define seu momento profissional?
Muito especial. Desde que fui convidada pelo Fernando Vieira de Melo – que hoje está na TV Globo – e pelo João Sayad, sempre quis fazer um jornal que explicasse a notícia, que traduzisse a notícia. E acho que conseguimos. Outro dia, um porteiro de uma escola, um rapaz chamado Edivan, me disse o seguinte: “Sabe por que eu gosto do jornal? Porque vocês falam brasileiro”. Acho que isso diz tudo.

Você acha que combina mais com esse formato?
Acho que só poderia ser âncora de um jornal com esse formato, solto do jeito que é, porque sou uma pessoa que fala sem cerimônias e que assume que não entende de tudo. 

Você pensa em voltar a ser repórter ou enxerga seu futuro atrás da bancada mesmo?
Acho que não me interessa mais o trabalho diário de repórter, que vai à rua com uma ou duas pautas por dia. Mas, quero fazer são grandes reportagens. Além disso, meu projeto do sonho é um telejornal para crianças, um “ABC de notícia”. Nunca foi conversado isso na emissora, mas é uma coisa que eu tenho trabalhado e planejado há muito tempo.

Como você imagina esse projeto?
Imagino um produto feito para a criança. Qual criança não é bombardeada por notícias diariamente? Ela vai entender porque um filho pode ter matado um pai, como é que acontece um grande julgamento como o do Gil Rugai, porque acontece uma enchente, o que é um meteoro que pode cair na sua cabeça. Ou seja, não infantilizar, pois não cabe mais essa linguagem.

Qual foi a maior lição que ficou nesses 30 anos de carreira?
Acho que aprendi a ouvir mais. É a chave do negócio da nossa profissão.

Você se considera tímida. Como conciliar isso com o trabalho na TV?
Sim, me considero. Na hora que recebo uma notícia dessas [de que ganhei o prêmio] eu já estou sofrendo porque talvez eu tenha que subir ao palco para falar alguma coisa. Isso vai ser um sofrimento para mim (risos). 

Na bancada essa timidez desaparece?
Isso muda. Às vezes, fico meio vermelha, me emociono, pois não tento esconder minha emoção diante de uma notícia. Então, isso fica absolutamente transparente. Mas, isso não quer dizer que eu fique tímida, porque ali é um ambiente mais fechado, com as pessoas mais conhecidas.

Como você vê o avanço da mulher na imprensa nesses anos em que você atua no meio?
O primeiro lado é que as mulheres conquistaram bastante espaço. Por outro lado, não conseguimos resolver a equação de outras frentes da vida pessoal. Ou seja, continuamos driblando o dia a dia, que é o meu caso e de tantas outras mulheres, que é o de cuidar de casa, dos filhos etc. Junto com a conquista do espaço, veio essa equação a ser resolvida. Por isso, um prêmio como este é tão importante.   



Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/57100/assumo+que+nao+sei+de+tudo+diz+maria+cristina+poli+sobre+o+trofeu+de+melhor+ancora

“O Globo” lança revista mensal com conteúdo voltado ao público jovem


Com o objetivo de atrair leitores entre 16 e 25 anos, o diário O Globo lançou na última segunda-feira (4/3) a revista mensal Formou!, que abordará pautas sobre educação, profissão e comportamento. O suplemento circula toda primeira segunda do mês.


A publicação faz parte de um projeto que visa oferecer acesso a informações e serviços através das diversas plataformas do periódico. Na primeira edição, o tema é tecnologia na educação.

Crédito:Divulgação
Revista pretende falar com o público jovem
O Globo também vai promover, por meio da revista, concursos culturais ao longo do ano. Entre os prêmios, oportunidade de participar da Formou! e bolsas para intercâmbio. Outra novidade são os encontros que acontecerão nas universidades, sempre acerca do tema que a revista abordou no mês.
 
Na internet, o diário vai criar o “Eu Estudante”, em formato similar ao “Eu Repórter”, uma ferramenta de interatividade que servirá para denúncias e sugestões, através de envio de fotos e e-mail. Ainda na página, o usuário poderá ter acesso a conteúdo sobre vagas de estágio e trainee, além de vídeos exclusivos.
 
O projeto surge de uma demanda por informações mais específicas e direcionadas ao público jovem. 


Fonte:http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/57134/o+globo+lanca+revista+mensal+com+conteudo+voltado+ao+publico+jovem 

Cabe inovação ao jornalismo?



Imagem /Arquivo

Quando mencionamos o termo inovação e o relacionamos com o meio jornalístico, logo de cara a questão do digital aparece como a principal coadjuvante. Entretanto, inovação em jornalismo é algo que está profundamente mais intrínseco à sua estrutura do que ao modelo ou formato disponibilizados, tangendo pilares nos mais variados segmentos. Um grande exemplo de inovação no jornalismo é quanto ao seu modelo de negócio. Apoiar suas bases em mecanismos já fatigados com o tempo talvez seja o grande impeditivo para essa inovação. Ou não, já que é justamente a insistência em percorrer os mesmos mapas um possível grande combustível para profissionais que querem trazer disciplinas de fora para injetar novas visões nesse universo comumente visto como “tradicional”.
Nos últimos anos, a característica do jornalismo como empresa se tornou mais palpável e madura, já que grandes setores da sociedade perceberam que, sim, o jornalismo é uma empresa, paga impostos, tem folha de pagamento, custos altíssimos com equipamentos e que o jornal que lemos de manhã (ou nosmartphone a qualquer hora do dia) é concebido por profissionais contratados, e não por um grupo de pessoas que não necessita de recursos financeiros para sobreviver.
O jornalista é um profissional e o jornalismo é uma empresa. E empresa que pretende se firmar – ou se manter – no mercado tem a necessidade de inovar seus modelos estruturais com o intuito de oferecer ao consumidor (leitor, ouvinte, usuário ou telespectador) algo com um valor (informação jornalística) agregado e, principalmente, que o diferencie dos demais “produtos” disponibilizados pelas outras empresas do ramo.
Uma empresa comercial
O jornalismo precisa acompanhar as inovações tecnológicas, porém tão importante quanto isso é observar de perto as mudanças nos hábitos e costumes do público, principalmente no que diz respeito à maneira como consomem conteúdo e se informam no dia-a-dia. Muitas empresas acabam procurando inovar em determinado setores com os objetivos errados, como investir na web apenas para manter de pé o impresso, sendo que é possível, por exemplo, inovar dentro do próprio jornal impresso.
Inovar no jornalismo significa reformular seu modelo de negócio, readaptar a forma como uma notícia é concebida (engenharia reversa na imprensa) e trazer para dentro da empresa a visão de que o jornalismo jamais irá abandonar seus princípios éticos para com a sociedade, porém a concepção de que o jornalismo é uma empresa comercial deve ficar mais tangível inclusive para os próprios jornalistas.
Cabe inovação no jornalismo? Sim, cabe. Mas a grande dúvida é: quem topa?
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[Cleyton Carlos Torres é jornalista, blogueiro e editor do Mídia8!]    


Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed736_cabe_inovacao_ao_jornalismo