sexta-feira, 18 de junho de 2010

RÁDIO MANCHETE AM


Manchete AM

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Rádio Manchete AM 760
Rádio Federal S/A

País

Brasil

Localidade

Sede

Rio de Janeiro

Slogan

Hexa é a Rádio

Fundação

1973

Página oficial

www.radiomanchete.com.br

A Rádio Manchete é um emissora de rádio brasileira da cidade do Rio de Janeiro. Ocupa a freqüência 760 KhZ. É a única empresa que ainda pertence ao Grupo Bloch, porém encontra-se arrendada.

Índice

História

A rádio foi criada em 1973 no lugar da Federal AM (Uma antiga rádio sobre Rock).

A rádio teve nomes como Roberto Canázio, Alexandre Ferreira, Evil Mendonça, Marcelo Figueiredo, Jair Lemos, Cidinha Campos, Wagner Montes, etc...

Com a falência do Grupo Bloch (Que administrava a emissora), o empresário e comunicador Jair Marchesini arrendou a emissora, porém não conseguiu pagar ao grupo Bloch.

Em 2002 o grupo Dial arrendou a rádio levando nomes como Cidinha Campos, Wagner Montes e Mário Esteves. O grupo não conseguiu anunciantes, e devolveu a rádio para o Grupo Bloch. Em 2003 a rádio foi arrendada novamente para a Igreja Deus é Amor. Em 2006 a igreja deixou a rádio e a Manchete passou a tocar músicas sem intervalos. A partir de junho de 2006 o Grupo Nasseh de Comunicação passou a administrar a emissora.

A partir de 2008 a rádio cresceu, e trouxe grandes nomes da comunicação, como Luiz de França, Mário Esteves e o ex-governador do estado do Rio, Anthony Garotinho.

Em 2009 a Manchete continuou se reforçando, e trouxe para sua equipe, nomes como David Rangel, Claudio Ferreira e funkeira Verônica Costa.

Em Abril de 2010 a Manchete firma parceria com a Rede Eldorado de São Paulo para a transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro e a Copa do Mundo 2010

O projeto da rede paulista chegar ao Rio de Janeiro vem do carioca José Trajano - diretor de esportes da Rede Eldorado/ESPN - e de Miguel Nasseh - diretor geral da Rádio Manchete - que se realiza com a parceria entre a Manchete e a Eldorado/ESPN.

Apesar da parceria,a Manchete continua com a sua equipe esportiva local,para transmissão de alguns jogos do Brasileirão e Campeonato Carioca.

Carnaval

No carnaval, um dos carros-chefe da esmissora, a equipe conta com João Estevam, Miro Ribeiro (assesor de imprensa da LESGA), Robertinho do Rio (in memoriam), Juninho Tititi, Ailton Freitas, Anderson Baltar, Ricardinho Delescusze, Alex de Oliveira (antigo Rei Momo, atualmente carnavalesco), e os sambistas Diego Nicolau e Lucinha Nobre.

No dia 25 de março de 2010, durante a entrega do 3º Troféu Rádio Manchete, um dos integrantes da equipe de carnaval anunciou sua saída da Manchete. Ailton Freitas disse que saiu devido a outros compromissos.

Todos os anos, a Manchete transmite os desfiles das escolas de samba, direto do sambódromo do Rio de Janeiro. Na sexta-feira com o desfile das escolas-mirins, no sábado com o Grupo de Acesso, no domingo e na segunda-feira o Grupo Especial e na terça-feira o Grupo de acesso B.

A rádio se orgulha de ser a única do Rio de Janeiro, que fala de carnaval o ano inteiro, já que tem em sua programação o Vai dar Samba (de 2ª à 6ª, 22:00, exceto quando tem futebol no horário), o Carnaval do Rio.com e o Cidade do Samba (aos sábados) e o Samba é Coisa Séria (aos domingos).

Futebol

Em 2006, após o arrendamento da rádio, os locutores esportivos João Guilherme e Daniel Pereira, decidiram montar uma equipe de esportes pra rádio, e a partir dali criava-se a Equipe Apaixonada por Futebol. Desde a primeira formação, foram muitas as mudanças, e hoje, além de João e Daniel, apenas os repórteres Rodrigo Campos e Márcio Nogueira, seguem na equipe.

Nos anos de 2008 e 2009, a Manchete cresceu, e isso deve-se muito ao jeito jovem das transmissões de futebol da emissora, que é a única do Rio de Janeiro a ter um canal de comunicação com o ouvinte, no qual as mensagens são lidas instantaneamente, o MSN.

A equipe de esportes da Rádio Manchete já contou com grandes nomes do rádio carioca, como o locutores Ricardo Mazela e Carlos Borges, o apresentador Rui Fernando, o repórter André Ribeiro, e os comentaristas Waldir Luis e Rubem Leão.

Hoje o cargo de chefe da equipe de esportes, que já foi de Daniel Pereira, cabe a Rodrigo Campos, que assim como seu antecessor, aposta em uma equipe jovem e em transmissões de qualidade para alcançar o 1º lugar na audiência.

No dia 27 de janeiro de 2010, um dos fundadores da equipe de esportes anunciou sua saída da Manchete. Daniel Pereira, publicou em seu blog, que a partir daquele dia não fazia mais parte da Equipe Apaixonda por Futebol. Segundo Daniel, ele não foi demitido, e nem pediu demissão, apenas chegou a um acordo com o presidente Miguel Nasseh, acordo que segundo o narrador, foi bom para as duas partes. Daniel afirmou também, que um dia espera voltar ao rádio, e quem sabe ao microfone da Manchete. Dandan segue como narrador no Sportv e no PFC, outro que também saiu foi a produtora da equipe de esportes, Marize Zuriaga.

No dia 29 de março de 2010, o comentarista Fábio Tubino foi mais um a deixar a Equipe Apaixonada por Futebol. Tubino passou a integrar desde então a equipe de esportes da Rádio Tamoio. Tubino também fazia parte da equipe de carnaval da rádio.

SUPER RADIO TUPI



História

A Rádio Tupi do Rio de Janeiro foi fundada no dia 25 de setembro de 1935 pelas Emissoras e Diários Associados do Brasil de Assis Chateaubriand. O apelido da rádio era "Cacique do ar". Mas a primeira apresentação da rádio foi no dia 15 de setembro do mesmo ano com a execução do Hino Nacional por um coral regido pelo maestro Heitor Villa-Lobos. Na década de 1940 a Rádio Tupi tinha um elenco com grandes nomes da música brasileira como Sílvio Caldas, Jamelão, Elizeth Cardoso, Dalva de Oliveira, Dorival Caymmi, Vicente Celestino etc, tendo também um elenco de rádio teatro com nomes como Paulo Gracindo, Yoná Magalhães, Maurício Shermann, Orlando Drummond etc.

O jornalismo da Rádio Tupi foi importante no final da Segunda Guerra Mundial sendo a primeira a anunciar o final da guerra. O "Grande Jornal falado Tupi" era um dos mais ouvidos do Rio de Janeiro.

Em 1943 um incêndio atingiu a Rádio Tupi, a emissora perdeu boa parte dos seus arquivos musicais. A Rádio conseguiu se recuperar e em 1950 a rádio inaugurou um grande auditório, sendo considerado o "Maracanã dos auditórios".

Lançou grandes sucessos populares como Parabéns pra Você, advindo de um concurso promovido por Almirante e vencido por Bertha Celeste Homem de Mello e Aquarela do Brasil.

No esporte a rádio se destacava com nomes como Ary Barroso, Oduvaldo Cozzi, Cezar Rizzo, etc.

Em 1959 a Rádio inaugurava seu transmissor de 100 kw com um show da cantora Ângela Maria no auditório da emissora.

Em 1960 foi criado o mais tradicional programa da rádio que está no ar até hoje. A "Patrulha da Cidade". O programa foi idealizado pelo jornalista Afonso Soares. O programa aborda os assuntos policiais, muitas vezes com uma pitada de bom humor. Hoje, o programa é dirigido, roteirizado e apresentado pelo jornalista Coelho Lima, acompanhado pelo comunicador Garcia Duarte e grande elenco de rádio atores.

Durante a década de 1970 a rádio passou por várias crises (Uma delas culminou no fechamento da TV Tupi ), mas a rádio conseguiu se recuperar, lançando diversos programas, entre eles o humorístico A Turma da Maré Mansa, e é uma das maiores rádios do Rio de Janeiro.

No dia 25 de setembro de 2005, dia dos 70 anos da Super Rádio Tupi, foi inaugurada o primeiro transmissor digital do rádio brasileiro que foi instalada na ilha de Itaóca, em São Gonçalo.

Atualmente a rádio dedica-se ao entretenimento, ao jornalismo e à cobertura esportiva.

Em 1 de junho de 2009, passou a ser transmitida também pelo FM, na frequência 96,5 MHz, que antes pertencia à Nativa FM. Por sua vez, a mesma ocupou os 103,7 da extinta rádio Antena 1 Rio.

FONTE - WikipédiA, a enciclopédia livre.

Transamérica Rio 101.3 - 32 anos de história - A emissora mais antiga da Cidade do RJ estando no ar!!



EQUIPAMENTOS DA RÁDIO

Rádio Transamérica de São Paulo Ltda. Esta a razão social da Transamérica Fm 101,3 RJ.

1977 - Começaram a chegar ao Rio de Janeiro, os equipamentos da emissora. O material técnico comprado pelo Banco Real S/A, proprietário da Transamérica, ficou guardado no depósito do banco, no bairro de Bonsucesso zona norte do Rio, até ser definido o local da montagem e instalação da rádio. O prédio escolhido no bairro de São Francisco Xavier, foi utilizado pela gravadora de discos Equipe, que havia mudado recentemente daquele local. Rua São Francisco Xavier, 961 bem pertinho da Mangueira, esse foi o primeiro endereço dos estúdios da 101,3 Transamérica RJ.A idéia, na época, é que a emissora funcionaria “programada e operada” por um computador central (não existia o pc). Um computador central comandaria todos os equipamentos. Na realidade cada máquina, cada cartucheira, cada gravador/reprodutor, seria abastecido com uma "informação/evento", e o computador, que parecia uma geladeira, acionaria a seqüência e a rádio assim transmitiria sua programação. (sistema que não funcionou muito bem, travava muito).montados em uma sala-estúdio. Os racks repletos de equipamentos, e uma mesa de controle, formavam o ambiente. Um operador estaria sempre de plantão, não para operar a rádio, mas para carregar cartucheiras, e trocar os rolos de fita-magnética, onde estavam gravadas as músicas e textos.


Os equipamentos: Quatro máquinas da marca Ampex modelo ATR-100 para rodar as músicas, seis cartucheiras ITC onde rodavam os informativos hora-certa etc, três carrosséis para os comercias e outras dezenas de quinquilharias estavam lá.

Assim funcionou a Rádio Transamérica do Rio de Janeiro de 1978 a 1985.
Em ‘85, foi contratado o pessoal para a transformação do “enlatado” para o “ao Vivo”. Um novo estúdio foi montado na Av Marechal Rondon, 572 no mesmo bairro, e a rádio foi transferida pra lá.Fonte da Matéria : http://radialist.as/group/radiotransamericafm1013riodejaneiro

HISTÓRIA DA RÁDIO GAÚCHA


CANDIDO NORBERTO NARRADOR ESPORTIVO DA RÁDIO GAUCHA ( FOTO SEM DATA DEFINIDA)
SEDE DA RÁDIO GAÚCHA EM PORTO ALEGRE
Rádio Gaúcha
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Rádio Gaúcha
Rádio Gaúcha S/A
Sede do Grupo RBS, onde está localizada a Rádio Gaúcha.

País Brasil
Localidade
Sede Porto Alegre, RS
Slogan A fonte da informação
Fundação 8 de fevereiro de 1927 (83 anos)
Extinção
Fundador Maurício Sirotsky Sobrinho
Pertence a Grupo RBS

Proprietário Nelson Sirotsky

Comunicadores Pedro Ernesto Denardin,
Ruy Carlos Ostermann,
Lauro Quadros,
Sara Bodowsky,
Lasier Martins,
Tânia Carvalho,
Antônio Carlos Macedo,
Sílvio Benfica, entre outros.
Idioma Português
Frequência 600 kHz AM
93,7 MHz FM
06020 kHz (ondas curtas)
11915 kHz (ondas curtas)

Canal 407 SKY
351 NET
175 Via Embratel
Afiliações
Gênero Notícias, Entretenimento, Debates, Jornalismo, Esportes.


Prefixo ZYK 278 (OM)
ZYD 661 (FM)
ZYE 851 (OC)

Cobertura Região Metropolitana de Porto Alegre
Afiliações anteriores
Nomes anteriores
Sucessora
Página oficial radiogaucha.clicrbs.com.br

A Rádio Gaúcha é uma estação de rádio brasileira com sede em Porto Alegre, RS. Pertence ao Grupo RBS e opera nas frequências 600 kHz AM e 93,7 MHz FM. É a cabeça-de-rede da Rede Gaúcha SAT, que detém mais de 150 emissoras.
Índice


* 1 História
* 2 Profissionais

* 4 Curiosidades

História

A Rádio Gaúcha foi fundada em 8 de fevereiro de 1927. A rádio faz suas transmissões com som 100% digital e ocupa a faixa de 600 kHz AM, sendo esse canal exclusivo da emissora no hemisfério sul. Este 600 AM já foi usado pela Rádio Farroupilha, outra rádio do Grupo RBS, que hoje ocupa a frequência 680 kHz AM, faixa antes utilizada pela Rádio Gaúcha.

Em 28 de maio de 2008, a Rádio Gaúcha passou a transmitir também em FM, na frequência 93,7 MHz. A emissora já ocupou as frequências FM em 94,1 MHz (hoje 94,3 da Rádio Atlântida) nos anos 60-70 e 102,3 MHz (atual Rádio Itapema FM) nos anos 70-80. Na época era chamada Gaúcha ZH FM e possuía uma cadeia de rádios, hoje, ocupadas pela Rede Atlântida e pela Rede Itapema
Profissionais

Aproximadamente 40 pessoas compõem a área de jornalismo da Rádio. No esporte são 20 profissionais. A equipe técnica é composta por 35 operadores que trabalham na operação da mesa do ar, Central Técnica, Gravações, Externas e Transmissores.


CURIOSIDADES


* A Rádio Gaúcha foi reconhecida a primeira emissora do Rio Grande do Sul a transmitir uma Copa do Mundo de Futebol, a Copa de 1950, realizada no Brasil.
* Realizou grande cobertura junto aos outros veículos do Grupo RBS da Olimpíada de Pequim.
* No carnaval faz a transmissão do desfile das escolas de samba de Porto Alegre e do Rio de Janeiro. Há alguns anos atrás , também transmitia o carnaval de São Paulo. Também realiza cobertura do carnaval internacional de Uruguaiana, que ocorre em março. Utiliza o nome do programa Gaúcha no Carnaval na transmissão.
* É a rádio líder de audiência nas classes mais altas da sociedade e primeiro lugar nas jornadas esportivas.
* Casais trabalham na emissora, como Giane Guerra e Jocimar Farina & Milena Schöeller e Leandro Staudt.
* Desde 1970 não fica ausente de uma Copa do Mundo e confirmou presença na Copa de 2010 , na África do Sul.

RÁDIO MORADA FM 95,5 LITORAL NORTE


12 de maio de 2010 — Radio Morada FM, Locutor Caio Graco conduzindo o Desafio Paredão criado pela Multiplay Produções




Rádio Morada fm 95,5
A rádio Morada do Sol FM, é uma empresa com programação 24 horas, ao vivo para todo litoral norte paulista. O nome vem de Araraquara, que em Tupi Guarani significa Morada do Sol, são 20 anos levando informações e diversão e buscando entretenimento, a qualidade e o comprometimento com seus ouvintes e clientes.
Jornal da Morada
Você acompanha os principais fatos e os mais importantes acontecimentos do Litoral Norte, do Brasil e do Mundo. Com jornalismo dinâmico, interativo, de credibilidade e responsabilidade. Sempre com o compromisso de levar a verdade a todos os ouvintes. De segunda a sexta-feira, a partir das 9:00 horas da manhã, apresentação Neto e Andressa Rodrigues.

FONTE : SITE http://www.moradafm.net/

domingo, 13 de junho de 2010

RÁDIO RECORD FM EM 1991



13 de março de 2010 — Rádio Record Fm - Programa Ritmo Quente. 1991.
Equipe KasKata's Records - Apresentação e locução de Beto Keller, produção de Wilson Roberto Bighi Junior e mixagem do DJ Sandro Bec.

sábado, 12 de junho de 2010

Ômega FM SP muda de nome



Ômega FM muda de nome
terça-feira, 1 de julho de 2008 Marcadores: Expressão FM, rádio, Ômega FM
Segue abaixo nota de hoje do site Bastidores do Rádio:

A Rádio Ômega FM (106,9 MHz - São Paulo/SP) está mudando seu nome. A emissora passará a se chamar "Expressão FM".

Com o slogan "O jeito gostoso de se expressar", a emissora continuará com sua programação voltada à samba, pagode, axé e outros ritmos dançantes, tal qual vem sendo desde a volta de sua programação, que antes havia sido locada à Igreja Mundial do Poder de Deus.

A divulgação da Expressão FM vem sendo feita através de sites de relacionamentos, como o "Orkut". A sua logomarca também foi alterada.

Vale lembrar que "Expressão" era o nome da agência de propaganda de Ivan Siqueira, fundador da emissora, já falecido, e responsável pelas premiadas campanhas publicitárias da Varig até os anos 90.

Essa é a primeira ação mais concreta da direção da Ômega FM que demonstra intenção em manter a rádio no ar com programação própria.

A Ômega (agora Expressão) lançou recentemente alguns programas novos, que incluem uma nova versão do Talk Radio, atração da primeira fase da emissora (adulta, na primeira metade dos anos 90). Cheguei até a escrever um texto sobre o programa antigo, mas não publiquei por não ter conseguido ouvir a nova versão. Aqui, comentei sobre um estúdio ao vivo e sobre o quanto a Ômega era instável.

E a Ômega já foi de tudo: adulta (ainda em 106.3 MHz - antes da chegada da SP1, atual Mix), especializada em country e até jovem. As fases nunca duraram muito tempo e foram intercaladas por R.R. Soares, David Miranda e, recentemente, pela Igreja Mundial.

A marca "Ômega FM" já vai tarde! Além do nome feio (pra mim só lembra alguma coisa que é última), representava uma emissora sem identidade e que, em boa parte de sua história, só tinha programação própria enquanto estava com a placa de "aluga-se". Começo a botar um pouco mais de fé a partir de agora e espero que a Expressão tenha um futuro mais promissor que a Ômega.fonte :http://midiaclipping.blogspot.com/2008/07/mega-fm-muda-de-nome.html

89 FM, o fim da rádio rock







Segunda-feira, 10/7/2006
89 FM, o fim da rádio rock
Valdir Antonelli



Há algumas semanas, os ouvintes da “rádio rock” foram pegos de calças curtas, do nada surgiram as primeiras notas falando sobre as mudanças na programação da 89 FM e, ao contrário da Brasil 2000, que todo mundo comentou que se transformaria em uma rádio de esportes, as mudanças efetuadas pela Rede Bandeirantes de Rádio foram feitas de forma discreta, mostrando que, talvez, a lição da Brasil 2000 – negócio que não saiu do papel e hoje todos os envolvidos negam – tenha servido para alguma coisa.

Primeiro contrataram o ex-diretor artístico da Metropolitana, Waguinho, depois começaram a demitir locutores que davam cara para a 89, Zé Luiz e Luka, e agora a mudança na programação. Tudo isso em pouco mais de algumas semanas e sem causar tanto estardalhaço entre os amantes da rádio. O motivo? Perda da audiência para outras redes de rádio, como Metropolitana, Jovem Pan, Transamérica e Mix. Culpa de quem? Dos ouvintes que, como foi bem lembrado pela Magaly Prado em seu blog, estão preferindo ouvir os sons da moda – axé, funk, dance e pagode – e do próprio mercado que exige que a emissora seja cada vez mais rentável.

Todo mundo sabe que uma rádio precisa de ouvintes para conseguir sobreviver, quando estes ouvintes começam a migrar para outras emissoras é sinal que algo está errado na programação e a mudança é inevitável. A 89 não é primeira, nem será a última rádio a mudar de estilo – a própria 89, no final da década de 80, já havia flertado com o pop, tirando até mesmo a palavra rock do seu slogan e tocando Noel e Information Society em sua programação. Nos anos 90 a 97 FM, uma das primeiras emissoras a apostar na segmentação de sua programação, abandonou o rock e abraçou a música eletrônica, a dance music com ótimos resultados para as finanças da empresa. No Rio, a Fluminense FM, a primeira rádio rock brasileira, também mudou de ares quando viu seus ouvintes, e rentabilidade, rarearem. É o sistema capitalista, paciência.

Só que se engana quem acha, ou achava, que a 89 era uma rádio rock. Não basta um slogan para transformar sua programação em algo mais roqueiro. A 89 era uma rádio pop, movida a jabá e antenada nos artistas que fazem sucesso lá fora. Ou seja, não arriscava, apenas reproduzia as paradas norte-americanas e tocava o que as gravadoras queriam. Agora a tendência é que tal influência seja ainda maior. A gana por mais audiência e, conseqüentemente, mais anunciantes vai tomar conta da programação. Você, ouvinte da rádio e que ainda agüenta, pode ter certeza, vai ouvir cada vez mais as mesmas canções repetidas durante toda o dia. Se já estava cansado de ouvir três, quatro vezes a Pitty em menos de 8 horas de programação, saiba que vai ouvir mais ainda.

Engana-se, ainda mais, se você acha que é quem manda na programação das emissoras. Você, infelizmente, não manda nada, sua lista de pedidos não tem a menor influência na programação, nem mesmo nas tais paradas de sucesso espalhadas por quase todas as FMs. As canções presentes nos Top 10s da vida são escolhidas a dedo pelas próprias gravadoras que pagam pra que a música entre na programação (é provável que depois de massacrar nossos ouvidos tal canção consiga sobreviver por conta própria, mas até isso acontecer muito dinheiro entrou na conta das rádios). Sim, é o tal do jabá que todos os envolvidos negam que existe. Seu poder, caro ouvinte, é pequeno, mas a sua fuga é rapidamente sentida nos cofres dos departamentos financeiros destas empresas.

Tutinha, dono da Jovem Pan, em entrevista à revista Playboy afirmou com todas as letras que para uma música tocar na rádio a gravadora tem que pagar. Não importa que o artista tenha milhares de pedidos, não pagou, não toca. A 89, assim como todas as outras rádios – em maior ou menor escala –, trabalha desta forma e dificilmente vai mudar sua forma de agir, deixando o ouvinte de mãos atadas.

O que resta? Comprar mais discos, baixar mais músicas pela net, ir atrás das novidades por si só, já que as rádios deixaram de cumprir com tal obrigação há muito tempo e seus donos estão bem pouco preocupados com a sua opinião.

Agora, se você for daquele ouvinte que não está nem aí para novidades, quer mesmo é que sua música favorita toque 10 vezes por dia e sempre pede as mesmas canções quando liga para sua emissora favorita... então não existe nada que alguém possa fazer. Você é o ouvinte padrão, aquele que todas as emissoras querem, um cara que não enche o saco pedindo canções esquisitas e que apóia toda e qualquer mudança feita pela rádio. Na verdade você é que é feliz, porque se contenta com pouco e não gosta quando inventam de colocar na programação aquele artista que lançou um disco independente na Inglaterra, mesmo que depois este artista se transforme em sua banda favorita, afinal, estourou lá fora, está bombando na sua rádio favorita, então deve ser bom. E não existe dúvida, o grosso das pessoas que ouvem de rádio, de qualquer uma, é formado por este tipo de ouvinte, por isso as nossas FMs são tão ruins.

E para onde vai o público descontente com a 89? As duas únicas saídas são a Brasil 2000 e a Kiss FM. A Brasil tenta sobreviver mesclando sons mais comerciais, com outras canções mais alternativas. A Kiss é para quem curte classic rock e mais nada. Entre os prós das duas rádios está uma maior variedade de canções e estilos. Já os pontos negativos são os mesmos, a repetição das mesmas canções durante a programação. E a culpa é toda sua, ouvinte!

Mas é bem provável que boa parte da audiência da 89 continue com ela, as mudanças na programação só serão sentidas por uma minoria e é bem capaz que a nova programação realmente funcione e aumente o número de ouvintes da rádio.

A nota extremamente triste foi a total falta de profissionalismo da nova direção da 89, demitindo locutores por e-mail e desconsiderando totalmente o público que, apesar de tudo, ainda curtia a programação da rádio.

Ainda bem que existe a internet.



Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Publicado originalmente no site Drop Music.
FONTE :http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=166

sexta-feira, 11 de junho de 2010

História da Extinta Rádio Cidade FM Rio





Era o dia primeiro de maio de 1977. Era feriado, dia do trabalho, data a qual os trabalhadores celebram em folga. Mas aquele dia era de muito trabalho para os técnicos e profissionais que estavam trabalhando na criação de uma nova emissora FM, no prédio do Sistema Jornal do Brasil.

Essa emissora ganhou o nome de Rádio Cidade - nome inspirado na Radio City of America, a célebre RCA dos EUA - , ocupando a frequência de 102,9 MHz do Rio de Janeiro. Seu perfil era pop, considerado novo para a época e que se baseava no paradão de sucesso norte-americano, nas revistas Billboard e Cash Box.

Antes da fundação a rádio operava em caráter experimental, sob o nome de Rádio Jornal Fluminense FM. Não se deve confundir com a Fluminense FM - a "Maldita"(94.9 MHz) cujo nome jurídico era Rádio Difusora Fluminense FM, mais tarde virou Jovem Rio. A Rádio Jornal Fluminense operava, desde meados de 1976, num edifício na Rua Maestro Felício Toledo, Centro de Niterói, mas quando se virou Rádio Cidade já tinha seus estúdios situados no prédio do Jornal do Brasil, na Avenida Brasil, entre os bairros cariocas de São Cristóvão e Caju.

Segundo Marcelo Delfino, no "Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro", a Rádio Jornal Fluminense teria sido, originalmente, uma concessão ao jornal O Fluminense. Mas, ao ser adquirida a Rádio Jornal pelo Jornal do Brasil, o periódico niteroiense adquiriu outra concessão, que virou Rádio Difusora.

A escolha do nome Rádio Cidade teve origem na natureza do nome Jornal do Brasil. A rádio iria se chamar Rádio Jornal da Cidade, mas o nome foi simplificado para Rádio Cidade. Segundo o diretor-presidente do Jornal do Brasil, Manoel Francisco de Nascimento Brito, o nome sugerido era Rádio Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro", que, ao ser abreviado, virou Rádio Cidade. As vinhetas, gravadas nos EUA, chamavam atenção por sua linguagem modernamente pop e a mais célebre delas era um coro feminino que cantava Cidade...Ôôôôôiiii..." ou "Cidade...Cidadeeee!!!!, esta última com um arranjo orquestral que lembrava o Earth Wind & Fire.

Seus responsáveis diretos foram Carlos Townsend, Alberto Carlos de Carvalho (o Beto), Clever Pereira, Carlos Lemos (então superintendente do Sistema JB, ele havia sido diretor do Jornal do Brasil nos anos 60, quando o lendário Sérgio Porto, vulgo Stanislaw Ponte Preta, integrava a equipe), Romilson Luiz e Eládio Sandoval, entre outros.

Eles eram profissionais que trabalhavam na Rádio Jornal do Brasil AM que, baseados no modelo de diversas FMs jovens dos EUA, principalmente a emissora WBLS FM, de Nova York, além de idéias que Carlos Townsend trouxe dos EUA , utilitárias das paradas de sucesso da Billboard e Cashbox, introduziram no Rio de Janeiro uma FM jovem, animados com o sucesso do segmento pop em São Paulo.

O desenvolvimento de rádios pop era uma atitude de vanguarda se considerarmos o que era o rádio FM da época, dividido ora entre a imitação do rádio AM entre um perfil sisudo que tocava música romântica e qualquer som considerado "suave" e "família", perfil este que, reciclado, consiste nas atuais rádios FM de "adulto contemporâneo".

Portanto, era novidade na época criar uma "rádio jovem", com locutores animados e um repertório pop, com um cardápio musical pequeno que era de média de 45 a 60 músicas na chamada grade de programação diária. A Rádio Cidade foi pioneira nesse formato e, ainda que a emissora carioca tenha surgido um ano depois da Jovem Pan 2 FM de São Paulo, surgida em 1976 e já comandada pelo Tutinha, dono da rádio e filho do fundador e proprietário da lendária Rádio Panamericana de São Paulo, cabe à Rádio Cidade ser considerada a ancestral do estilo hoje adotado pela Jovem Pan 2, uma vez que esta durante muito tempo foi dedicada ao perfil brega-romântico. A Jovem Pan 2 só passou a ser, de fato, uma rádio pop como se conhece hoje, a partir de 1983.

O estilo de locução adotado era em tom de conversa, inspirado no estilo do locutor paulista Dárcio Arruda. Com a fala mais ou menos corrida, o discurso era simples, com gírias, piadas, uma conduta bastante animada. Era um discurso que funcionava num formato pop e que era mais calmo e comportado em relação à locução pop de hoje, mais gritada, mais corrida e frenética, adotada pela Transamérica nos anos 80.

Uma amostra da descontração da Rádio Cidade foi quando Eládio Sandoval foi ler uma notícia e, de repente, comentou: "Ih...O papel caiu no chão". Nessa época o estilo de fala na locução hit parade era mais devagar, comparado com o ritmo neurótico de hoje em dia, esta dicção pop, descontraída e "relax" atualmente é adotada por algumas FMs popularescas, sobretudo no horário noturno.

Musicalmente, a Rádio Cidade priorizava a dance music, embora abrisse uma cota para o que era mais pop e digerível no rock, e que faça presença nas paradas de sucesso do Brasil e do mundo. Algo como um hit bem massificado do Peter Frampton, ou os grupos tipo Eagles e America, mega-sucessos de então. Não fosse nessas condições, o rock não entrava na Cidade, que nem usava o gênero sequer como carro-chefe da programação.


As intenções da rádio eram bem outras, desenvolver a chamada cultura pop no Rio de Janeiro e, depois, para várias partes do país. Era uma tradução, em linguagem e espírito bem carioca, das FMs de sucesso dos EUA. Ah, e havia espaço para música romântica, muita música romântica, mas que seja curtida por casais de adolescentes e jovens adultos que quisessem namorar diante da paisagem litorânea do Rio de Janeiro. A ala jovem da MPB da época - Roupa Nova, Guilherme Arantes, Zizi Possi, A Cor do Som, Dalto, também teve amplo espaço nos 102,9 mhz cariocas, juntamente com nomes consagrados, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Simone, Djavan e Gal Costa.

Por um erro de interpretação, as pessoas que hoje em dia fossem ler eventuais reportagens sobre a Rádio Cidade no Jornal do Brasil em 1983 ou que fossem informadas, tardiamente, de eventuais inserções em 1982 de intérpretes da coletânea "Hollywood - O Sucesso", que priorizavam o rock de paradão como Journey, Survivor e os ótimos Police, Asia e Peter Frampton, poderiam supor uma inclinação "roqueira" da emissora já nessa época. Mas tal visão é falsa, uma vez que o rock que rolava na Cidade era puramente mainstream, composto ora de nomes questionados pelos roqueiros autênticos (Survivor, Journey) ou por nomes autênticos que alcançaram o topo das paradas de sucesso (Police, The Clash), ou nomes brasileiros cuja massificação chegava ao alcance de demandas popularescas (Rita Lee, Lulu Santos, Blitz).

Em 1977 a música disco, a dance music que vigorava naquela época, tinha na Rádio Cidade uma de suas pioneiras divulgadoras no Brasil, juntamente com a novela Dancing Days da Rede Globo. Quem tem mais de 30 anos deve lembrar muito bem que a Cidade tocava bastante o As Frenéticas, que l integravam várias atrizes e foi empresariado pelo jornalista Nelson Motta, um jovem talento da imprensa dos anos 60 que, nos anos 80, foi letrista de Lulu Santos, lançou Marisa Monte, relançou Daniela Mercury e hoje integra a equipe de apresentadores e comentaristas do programa "Manhattan Connection", do canal pago GNT. As Frenéticas viraram um estrondoso sucesso em 1978, emplacando dois hits nas trilhas de novelas da Rede Globo: Dancin' Days, naquele ano, e Feijão Maravilha, no ano seguinte.
A Cidade tocava o disco, com grupos Chic, KC & The Sunshine Band, Whispers, Kool & The Gang, The Jacksons e Earth Wind & Fire, até mesmo o La Bionda, Charo, Village People e Boney M.

Um dos programas de maior sucesso da Rádio Cidade foi o hoje esquecido Cidade Disco Club, programa dedicado à disco music, e seu similar Cidade Dance Club, apresentados por Ivan Romero. Esses programas eram ancestrais do Ritmo da Noite da Jovem Pan 2 e que na mesma Cidade teria um equivalente mais moderno, o Festa da Cidade, já no final dos anos 80.

Os DJs da Rádio Cidade na época eram despretensiosos, do contrário dos atuais DJs de dance music carioca, que recentemente fizeram quixotismo barato se auto-promovendo às custas da falência de uma rádio alternativa, a Fluminense FM, para desenvolver a rádio Jovem Rio FM (que, anteriormente, já havia usado a franquia da Jovem Pan Sat, tendo existido entre outubro de 1994 e julho de 2000 sob o nome de Jovem Pan Rio), que esteve no ar nos 94,9 mhz do Grande Rio do início de agosto de 2000 até final de julho de 2002, quando tais DJs, sem cerimônia, tiveram que ceder espaço à nova Fluminense FM (que no entanto não conseguiu se firmar no rock, devido às pressões mercantilistas do empresário Alexandre Torres).

Os antigos DJs da Cidade não tinham o estrelismo e a arrogância dos pedantes DJs da Jovem Rio, que mesmo tocando dance baba querem ter no Rio de Janeiro o mesmo carisma e o mesmo prestígio que DJs paulistas de drum and bass (ritmo de música eletrônica dos anos 90 para cá) Marky, Patife e Felipe Venâncio possuem na Europa.

Vale até destacar um pedantismo lamentável dos DJs atuais, que rotulam a dance music que tocam como techno, trance, ambient, quando se trata de algo até pior do que muita cafonice dançante que não tinha tais pretensões. A dance music que tais DJs promovem não é mais do que simples música para aeróbica, feita para estimular a "boa forma" da chamada "geração saúde" e a musculatura de lutadores de jiu-jitsu e outras artes marciais.

Não é à toa que, quando a Jovem Rio estava no ar, desde 1994 sob a franquia da Jovem Pan Sat, era muito comum as gangues de jiu-jitsu aprontarem confusão na noite carioca, a ponto de virarem ocorrências policiais, causarem mortes etc.. A rádio dance dos 94,9 mhz acabou decaindo ao virar um reduto radiofônico dessa demanda minoritária e extremamente burra e agressiva, que na melhor das hipóteses tem como hobby promover poluição sonora nas ruas do Grande Rio, com o som de seus possantes carros importados, no altíssimo volume de seu arrojado equipamento de som, objeto de muita cobiça de assaltantes pés-de-chinelo em busca de uma ascensão na escala do poder do narcotráfico carioca.

A Rádio Cidade se tornou, imediatamente quando surgiu, um grande sucesso. Na primeira semana de existência, se tornou a primeira colocada em audiência. Virou uma "febre" que inspirou uma série de emissoras e provocou o nascimento da rede ancorada pela Rádio Cidade. Nessa época rede não era uma associação de emissoras para retransmitir, via satélite, a programação da emissora sede. A tecnologia do satélite só seria implantada em rádio uma década depois, mais precisamente 1991. No início dos anos 80, a expressão "rede de rádio" era usada para criar emissoras associadas pelo resto do país, que reproduziam o formato da emissora sede mas tinham programação 100% regional.

A Rádio Cidade criou uma porção de afiliadas no país. São Paulo, Brasília, Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Florianópolis, Porto Alegre, e uma série de capitais ou regiões de cidades passaram a ter suas similares da Rádio Cidade. Rádios como Transamérica, antes uma FM sisuda, e Jovem Pan 2, passaram nos anos 80 a seguir a mesma fórmula da Rádio Cidade. O grupo Bloch (de Adolpho Bloch), o mesmo da revista Manchete, também decidiu investir numa rede de FMs com o mesmo perfil da Cidade, a Manchete FM. O grupo já tinha a rede Manchete AM.

A Rádio Cidade permaneceu tranqüila, inabalável e íntegra na sua linha pop de 1977 a 1984. Em 1981 a rádio começou a perder um pouco do seu fôlego. O surgimento da 98 FM, em 1978, no lugar da antiga rádio de rock Eldorado FM (Eldo Pop), abalou um pouco a Rádio Cidade, que quase beirou sua programação ao popularesco. Algo como ocorre com a Jovem Rio, que toca nomes como Maurício Manieri, Claudinho & Buchecha e Laura Pausini, que já são regularmente tocados nas FMs popularescas.

Mesmo assim, até algumas breguices eram hilárias, como a idéia do locutor nordestino Jaguarassu da Silva, o Jaguar, de apelidarem o forrozeiro Genival Lacerda de "Mick Jegue" ou de Romilson Luiz criar um personagem chamado Piu-Piu de Marapendi, que chegou a gravar alguns discos e ter como grande sucesso uma paródia da música "Você não soube me amar", da Blitz, que ganhou o título de "Eu hoje vou me dar bem". Em São Paulo, Serginho Leite da Jovem Pan 2 passou a gravar paródias similares, desta vez tendo como alvo o mega sucesso "Thriller", de Michael Jackson.

Nessa época até a Antena Um, hoje uma FM de "adulto contemporâneo" (uma das poucas decentes do gênero, sem pretensões de empurrar baba romântica como se fosse "jazz & blues" como muita FM faz), seguia a linha da Rádio Cidade. Um dos maiores sucessos da Antena Um do Rio de Janeiro era o locutor Paulo Cintura, ninguém menos que o mesmo Paulo Cintura do bordão "saúde é o que interessa, o resto não tem pressa", lema que o comediante já usava na Antena Um, que havia tirado da Cidade Eládio e Romilson (e este com seu Piu-Piu de Marapendi).

A Cidade, nesta fase de 1977 a 1984, semeava uma linguagem jovem, assumidamente pop e sem pretensões vanguardistas a todo custo, e colhia seus frutos como uma das FMs mais fortes do Rio de Janeiro e uma das mais influentes no Brasil.

Para coroar esse fase de sucesso, Fernando Mansur lança, ainda em 1984, o livro No ar, o sucesso da Cidade, hoje fora de catálogo. Trata-se de um registro da experiência de Mansur na rádio e da trajetória da fase áurea da Rádio Cidade.
fonte :http://www.radioman.com.br/emissoras30.asp

O PRIMEIRO RÁDIO DA PHILIPS



O PRIMEIRO RÁDIO DA PHILIPS
A Philips demorou até 1927 para fabricar um receptor completo. No dia 06 de setembro, na feira de Utrecht, é apresentado o rádio 2501 , primeiro receptor da Philips com alimentação e alto-falante separados.
Este modelo de rádio era muito moderno para a época pois ao contrário de muitos outros rádios de seu tempo, ele era de fácil ajuste, não tinha bobinas para fora e vinha com somente dois controles para a sintonia, ganhando com isso muito sucesso.
O rádio 2501 era vendido pela Casa Lucas, a maior distribuidora de rádios da marca Philips no Rio de Janeiro.
A seguir, a Philips lançou o modelo 2516, uma pequena caixa de metal que, por seu formato, ganhara o apelido popular de Chapeuzinho Vermelho. Tinha três botões. Um para mudar as faixas de onda, um para sintonizar as estações e outro para o ajuste do oscilador ( nessa época os receptores funcionavam por um processo denominado de RFS, -"Radio Frequência Sintonizada"-, não possuindo portanto F I, -"Frequência Intermediária"- ).
Dentro de um ano a Philips é a maior fabricante de Rádios na Europa.
Após tremendo sucesso, baseado não só em uma boa estratégia de marketing, mas também em função da boa qualidade de seus produtos, alcança vendas de 1 milhão de aparelhos em 1932, e 100 milhões de válvulas em 1933.
Em 1933, inicia a produção de aparelhos de Raio X para uso na medicina, nos EUA.

Em 1939, lança no mercado o primeiro barbeador elétrico.
Após a interrupção da Segunda Guerra Mundial durante o qual a administração da Philips refugia-se nos Estados Unidos, a companhia continuou crescendo, comercializando seus produtos com a marca Philips, Magnavox, e Norelco. Lançou a fita K7 em 1963, ajudou a criar o Compact Disc e o videocassete, produzindo seu primeiro circuito integrado em 1965.
No Brasil, o processo de crescimento da Philips foi idêntico ao acontecido na américa. Como foi dito acima, a Philips estava presente com escritórios de representação no Rio de Janeiro desde 1924 e durante a segunda guerra mundial, meados de 1941, tentando escapar dos conflitos entre Alemanha e demais países da Europa, procura um estado neutro para desenvolver novas tecnologias. Com isso, descobre a necessidade das Forças Armadas Brasileiras em ter uma indústria de eletrônica no país. No início da década de 40, os equipamento de comunicação das Forças Armadas Brasileiras estavam obsoletos. Impedida de renová-los devido às condições mundiais ( 2a guerra ) alem do fato da maior parte desses equipamentos serem de fabricação Telefunken ( Alemão ). Sendo assim, o grupo Philips estabelece uma parceria com a Cacique ( A Cacique -"Indústria Paulista de Eletricidade"- foi fundada em 1933 por um grupo de pioneiros, dedicada à fabricação de rádios ), surgindo assim a INBELSA -"Indústria Brasileira de Eletricidade S./A."- que teve participação importante no desenvolvimento das telecomunicações brasileiras nas décadas de 50 e 60 fabricando entre outros itens, transceptores para O.C.. Da mesma forma acontece com a IBRAPE ( Indústria Brasileira de Produtos Eletrônicos ) e a Philips do Brasil.
Faz parte da história da Philips, a aquisição da indústria inglesa MULLARD Radio Valve Company em 1926, incorporando a fábrica de válvulas, a fábrica de receptores e o logotipo "PM" que passa a ser divulgado como "Philips Mullard". A Mullard e a Franklin (divisão Argentina da Philips ) fabricaram diversos modelos de rádios nas décadas de 50 e 60, ( muitos deles fabricados e distribuidos no Brasil pela RADELSA, Rádio e Eletricidade S.A.).
Clique AQUI e veja uma tabela com a equivalência entre os modelos de rádios fabricados pela Philips, Mullard e Franklin nas décadas de 40, 50 e 60 no Brasil.
Na segunda metade da década de 60, o grupo Philips inaugura em Recife com incentivos fiscais da SUDENE, a Philinorte -"Philips Eletrônica do Nordeste"-, voltada à fabricação de aparelhos e centrais telefônicas. Os equipamentos fabricados nessa divisão eram tão bons, que contavam-se estórias muito divertidas. Diziam na época que para operar as centrais da Philips, havia a necessidade somente de um homem e um cachorro. O homem para alimentar o cachorro e o cachorro para não deixar o homem mexer na central.
A Philips nos dias de hoje, está presente em várias segmentos como iluminação, baterias, televisores, rádios, compact disc, gravadores de áudio e vídeo, eletrodomésticos, produtos pessoais, produtos profissionais, inclusive na área de telecomunicações, computadores, informática e equipamentos para escritório, com industrias e subsidiárias em todo o mundo.

Fonte: http://www.bn.com.br/radios-antigos/philips.htm

RADIODIFUSÃO NA ERA VARGAS


RADIODIFUSÃO NA ERA VARGAS

Segundo FAGUNDES, (1997:14), quando Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, as rádios não possuíam autorização oficial para veiculação de publicidade, que só viria a ser estabelecida em 1932, em substituição aos Decretos de 1924 e 1931.
Desta forma o Brasil passou a adotar o modelo norte-americano de radiodifusão e passava a distribuir concessões de canais a particulares e permitindo oficialmente a exploração comercial do veiculo.
Desde o início do rádio brasileiro, além da política, o esporte teve espaço, e no ano de 1932, Nicolau Tuma narrou a primeira partida de futebol pelo rádio e, em 1938, Gagliano Neto transmitiu do exterior a Copa do mundo realizada na França.
Conforme FAGUNDES, (1997:26-27), Getúlio Vargas em 1931, através de um Decreto Lei criou o DOP (Departamento Oficial de Propaganda) responsável pela criação da “Hora do Brasil” com objetivo de divulgar as realizações do governo. Em 1937 foi criado o DIP (Departamento de Imprensa Propaganda), “A Hora do Brasil”, em 1937 adquiriu caráter compulsório, devendo ser obrigatoriamente transmitida em rede nacional de rádio, todos os dias úteis, das 18h. e 45min às 19h. e 30min, em ondas médias e curtas, e das 19h. e 30min. às 19h. e 45min., somente em ondas curtas. Era o horário nobre do rádio para época.
O DIP (Departamento de imprensa e propaganda) tinha sede no Rio de Janeiro e com representação em outros Estados. No Rio Grande do Sul foi entregue ao Departamento de Fiscalização de diversões públicas.
Getúlio Vargas em seu governo, desde o início elaboraram um esquema relativo ao uso político do rádio e uma das principais armas foi a censura, o rádio não somente foi censurado como ainda teve emissoras encampadas (rescindir contrato de arrendamento).
Vargas se utilizava do rádio para divulgação de seus projetos, dentre as mais importantes a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) e uma série de dispositivos para regulamentar a profissão de jornalista, o que ocorreu efetivamente durante o governo de Jânio Quadros, em 1961.
O governo Vargas tinha, portanto, uma visão mais clara a respeito da importância dos meios de comunicação para o apoio e a divulgação de seus feitos. Assim ao mesmo tempo que incentivava a profissão jornalística através da legalização das conquistas e a evolução da categoria, utilizava-se do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) para cercear, restringir e censurar o que não fosse de interesse do governo em matéria de divulgação.
A fiscalização de censura no rádio era feita nos programas gerais, desde as informativas como as de diversões públicas, e se dava através de um censor, ou seja, um funcionário público que ficava dentro de uma sala especial montada no interior das emissoras, fazendo anotações o que de estranho verificasse, transmitindo ao chefe de controle as irregularidades porventura apuradas.
Em 1940, foram submetidas à cesura prévia da divisão de rádio, 3770 programas, 483 peças de teatro e 2416 gravações, existindo no país 78 emissoras de rádio, conforme FAGUNDES, (1987:36).
Segundo, FAGUNDES,(1997:31, 48), as músicas tocadas nas emissoras teriam que ter composição cujas letras fossem adequada aos interesses do governo.
O segmento que deu certo no Brasil na década de 40 foi a radionovela. A primeira foi ao ar em julho de 1941. Intitulada, “Em Busca da Felicidade”, que ficou no ar por dois anos e tinha como patrocinador, Creme Dental “Colgate”.
Conforme CAPARELLI, (1980:41-42), o Período de 1945 até 1964 foi muito rico em termos de participação popular. Bem ou mal, os presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores eram eleitos diretamente pelo povo. Se a democracia é um aprendizado, nessa época oportunidades que não faltaram. Mesmo em meio a uma corrupção evidente (com exceções), os políticos tinham que atender a certas aspirações populares.
O desenvolvimento da democracia está intimamente ligado ao processo educacional. Para tanto novos métodos de alfabetização precisavam ser criados. No início da década de 60, em Recife, o educador Paulo Freire deu início a um método que alfabetizava em 40 horas. Não apenas alfabetizava, dava também uma visão crítica e politizada aos alfabetizados. Segundo FAGUNDES, (1997:14), quando Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, as rádios não possuíam autorização oficial para veiculação de publicidade, que só viria a ser estabelecida em 1932, em substituição aos Decretos de 1924 e 1931.
Desta forma o Brasil passou a adotar o modelo norte-americano de radiodifusão e passava a distribuir concessões de canais a particulares e permitindo oficialmente a exploração comercial do veiculo.
Desde o início do rádio brasileiro, além da política, o esporte teve espaço, e no ano de 1932, Nicolau Tuma narrou a primeira partida de futebol pelo rádio e, em 1938, Gagliano Neto transmitiu do exterior a Copa do mundo realizada na França.
Conforme FAGUNDES, (1997:26-27), Getúlio Vargas em 1931, através de um Decreto Lei criou o DOP (Departamento Oficial de Propaganda) responsável pela criação da “Hora do Brasil” com objetivo de divulgar as realizações do governo. Em 1937 foi criado o DIP (Departamento de Imprensa Propaganda), “A Hora do Brasil”, em 1937 adquiriu caráter compulsório, devendo ser obrigatoriamente transmitida em rede nacional de rádio, todos os dias úteis, das 18h. e 45min às 19h. e 30min, em ondas médias e curtas, e das 19h. e 30min. às 19h. e 45min., somente em ondas curtas. Era o horário nobre do rádio para época.
O DIP (Departamento de imprensa e propaganda) tinha sede no Rio de Janeiro e com representação em outros Estados. No Rio Grande do Sul foi entregue ao Departamento de Fiscalização de diversões públicas.
Getúlio Vargas em seu governo, desde o início elaboraram um esquema relativo ao uso político do rádio e uma das principais armas foi a censura, o rádio não somente foi censurado como ainda teve emissoras encampadas (rescindir contrato de arrendamento).
Vargas se utilizava do rádio para divulgação de seus projetos, dentre as mais importantes a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) e uma série de dispositivos para regulamentar a profissão de jornalista, o que ocorreu efetivamente durante o governo de Jânio Quadros, em 1961.
O governo Vargas tinha, portanto, uma visão mais clara a respeito da importância dos meios de comunicação para o apoio e a divulgação de seus feitos. Assim ao mesmo tempo que incentivava a profissão jornalística através da legalização das conquistas e a evolução da categoria, utilizava-se do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) para cercear, restringir e censurar o que não fosse de interesse do governo em matéria de divulgação.
A fiscalização de censura no rádio era feita nos programas gerais, desde as informativas como as de diversões públicas, e se dava através de um censor, ou seja, um funcionário público que ficava dentro de uma sala especial montada no interior das emissoras, fazendo anotações o que de estranho verificasse, transmitindo ao chefe de controle as irregularidades porventura apuradas.
Em 1940, foram submetidas à cesura prévia da divisão de rádio, 3770 programas, 483 peças de teatro e 2416 gravações, existindo no país 78 emissoras de rádio, conforme FAGUNDES, (1987:36).
Segundo, FAGUNDES,(1997:31, 48), as músicas tocadas nas emissoras teriam que ter composição cujas letras fossem adequada aos interesses do governo.
O segmento que deu certo no Brasil na década de 40 foi a radionovela. A primeira foi ao ar em julho de 1941. Intitulada, “Em Busca da Felicidade”, que ficou no ar por dois anos e tinha como patrocinador, Creme Dental “Colgate”.
Conforme CAPARELLI, (1980:41-42), o Período de 1945 até 1964 foi muito rico em termos de participação popular. Bem ou mal, os presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores eram eleitos diretamente pelo povo. Se a democracia é um aprendizado, nessa época oportunidades que não faltaram. Mesmo em meio a uma corrupção evidente (com exceções), os políticos tinham que atender a certas aspirações populares.
O desenvolvimento da democracia está intimamente ligado ao processo educacional. Para tanto novos métodos de alfabetização precisavam ser criados. No início da década de 60, em Recife, o educador Paulo Freire deu início a um método que alfabetizava em 40 horas. Não apenas alfabetizava, dava também uma visão crítica e politizada aos alfabetizados.

FONTE : http://www.guarathan.com.br/radiodifusao.html

Anos 60 O rádio assume papel importante nos diversos acontecimentos


Anos 60 O rádio assume papel importante nos diversos acontecimentos, como:

Inauguração de Brasília. Renúncia de Jânio, quando Antonio Pimentel, da Rádio Bandeirantes de SP, leu o texto da renúncia, em 25/8/61. Bi Campeonato Mundial, em 62, narrado por Pedro Luiz, da Jovem Pan de SP. Em 64, queda de João Goulart, quando as rádios conclamavam o povo a resistir. A Record, em 66, com o 1º Festival da música Popular Brasileira. Em 1969, as rádios do planeta todo transmitem a chegada do homem à Lua...

Anos 70 Revolução no meio Rádio, com a explosão das rádios FM.

São muitos os nomes daqueles que ajudaram a escrever a história do Rádio. Dentre os muitos que merecem destaque, selecionamos alguns que com certeza fariam parte do "Hall of the Fame" do Rádio:

Ademar Casé - avô de Regina Casé , chega humildemente ao rádio, em 1932. Teve em seu programa, na Rádio Philips, uma verdadeira escola do rádio no Brasil. Criou o 1º jingle nacional: "Oh! Padeiro desta rua/Tenha sempre na lembrança/Não me traga outro pão/Que não seja o pão Bragança..." Foi um sucesso!

Roquette Pinto - é considerado o pai da radiofonia brasileira. Em 1923 implanta com Henrique Morizete a 1ª emissora de rádio no País: a PRA-2 Sociedade do Rio de Janeiro.

Almirante (Henrique Foréis Domingues) - a maior patente do rádio! Cantor, compositor, ator, produtor, fez sucesso nas décadas de 30 e 40. Em 34, estréia no programa de Ademar Casé. Em 39, na Rádio Nacional, cria o 1º programa de auditório do rádio brasileiro: "Caixa de Perguntas".

Pedro Luiz - um dos maiores locutores esportivos de todos os tempos. Criou um estilo que virou referência até os dias de hoje.

Chico Anysio - aparece nos anos 40, produzindo e apresentando muitos programas, como o "Rua da Alegria", na Rádio Tupi carioca.

Emilinha Borba - cantora que começou na Cruzeiro do Sul. Foi a Rainha do Rádio em 1953 e liderou durante anos as estatísticas de correspondência dos artistas da Rádio Nacional.

Orlando Silva - o "Cantor das Multidões".

César Ladeira - locutor imortalizado por suas memoráveis irradiações de tom político nos anos Revolucionários da década de 30. Foi um inovador no rádio, definindo vários padrões de linguagem e regime trabalhista.

Tico-Tico - o rei dos furos de reportagem. Era tão bom que chegava a se destacar mais que seus entrevistados.

Vicente Leporace - o grande âncora do rádio brasileiro. Até hoje é a grande referência para comentaristas.

Manoel da Nóbrega - um dos, se não o melhor, redator e produtor que o rádio já teve. Dentre suas revelações está Silvio Santos.

Abelardo Barbosa - o Chacrinha, aparece no final dos anos 30, na PRA-8 Rádio Clube de Pernambuco. Afinal, "quem não se comunica se trumbica". Em 1942 ele está na Rádio Difusora Fluminense, onde surge a figura do "Chacrinha". Seu apelido é esse, pois a emissora se localizava numa chácara que ficava afastada do centro de Niterói, onde nos fundos havia plantação de frutas, verduras e legumes. É criado o "Cassino do Chacrinha"... Cassino foi provavelmente inspirado nas casas de jogos existentes no País, que foram proibidas em 1946, por Gaspar Dutra. Em 59, o Velho Guerreiro estréia na TV - "Teresinha Uh! Uh!"

Este é um breve resumo desta apaixonante história do meio Rádio. Há cerca de 100 anos o Padre Roberto Landell foi desacreditado de sua descoberta e por isso nosso querido Brasil não tem a patente desta invenção. No entanto nos dias de hoje o Rádio é uma potência em nosso País e nos últimos dois anos vem ganhando mais espaço na distribuição de mídia no bolo publicitário. No milênio passado o Rádio caminhou da criação até a era digital, a era da Internet... Neste novo milênio novas tecnologias virão para consolidar mais e mais o meio Rádio como o maior veículo de comunicação de todos os tempos. FONTE :http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-radio/historia-do-radio-3.php